quinta-feira, 28 de junho de 2012

Senda na Polónia - sanitários

A dias do final do Europeu de Futebol, a SENDA revela ao mercado que foi a responsável pelo equipamento de “importantes infra-estruturas de transporte” no âmbito do EURO 2012, na Polónia.
De entre as obras fornecidas, a empresa destaca “as estações centrais da capital Varsóvia e de Gdynia, uma cidade costeira no Norte da Polónia”.
“As obras de renovação da estação central de Varsóvia realizaram-se no âmbito da construção da nova linha de ligação ao aeroporto Chopin, com um custo total de 70 milhões de euros”, refere a SENDA em comunicado de imprensa.
A empresa revela ainda que forneceu “sanitários e acessórios de casa de banho para as áreas de descanso nas auto-estradas A4 (sudoeste) e A2 (nordeste)”.
De acordo com a mesma fonte a opção “recaiu nos produtos SENDA pela sua qualidade, durabilidade e pela capacidade de oferecer soluções adequadas às necessidades específicas de cada obra”.
A SENDA lembra ainda que “para locais com alto tráfego, utilização intensiva e susceptíveis de actos de vandalismo, os sanitários em aço inoxidável são a solução mais adequada”."
Fonte: www.construir.pt

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Controlvet filial Polónia


" A Controlvet, empresa de biotecnologia a trabalhar em Portugal, entre outros para a Jerónimo Martins – abriu na passada 2ª feira a sua filial na Polónia na cidade de Poznan. O objectivo é que seja também uma ponte para a expansão da empresa no mercado polaco e da Europa Central e Oriental.
“ Começamos modestamente de cinco funcionários, mas espero que possamos desenvolver rapidamente” - destaca João Cotta, presidente Controlvet.
A empresa está envolvida principalmente em exames, bioquímica microbiológica de alimentos e do meio ambiente. Ele também executa auditorias, laboratórios de design e os seus serviços de tecnologia da informação. Em quatro países, emprega mais de 120 pessoas.
A principal razão de ser do estabelecimento desta filial na Polónia prende-se com o trabalho que irão desenvolver para a cadeia de lojas Biedronka."
Fonte: http://www.gloswielkopolski.pl 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Gatewit - mercado polaco

Governo Polaco conhece as melhores práticas na modernização administrativa pública com visita à Gatewit
A Gatewit recebe, no dia 21 de Junho, uma comitiva do Governo da Polónia, a convite do Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares. A visita inclui representantes do Ministério da Economia, do Ministério da Administração e Digitalização  e do Ministério do Desenvolvimento Regional do executivo polaco e dois representantes da Autoridade de Implementação de Programas Europeus.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Latin Polish Advanced Executive Course

" O IPAM vai formar executivos portugueses que pretendam investir no mercado polaco.
A Polónia tem sido sucessivamente apontada como das economias mais dinâmicas da União Europeia e são cada vez mais as empresas portuguesas a colocar este destino nas suas rotas de internacionalização. A pensar nestas empresas e nos seus empresários, o IPAM - The Marketing School prepara-se para lançar naquele país uma formação dedicada a executivos portugueses que ambicionem apostar no mercado polaco. O Latin Polish Advanced Executive Course, tem inicio ainda este mês e vai, segundo Luís Schwab, coordenador do curso, permitir a profissionais portugueses obter formação no território polaco e contactar fisicamente com a realidade de uma das economias mais emergentes no espaço europeu.
Empresas como a Mota Engil, Jerónimo Martins, ColepCCL e Cifial já estão presentes em território polaco. A meta do IPAM com este curso é replicar estes exemplos e assegurar a sua taxa de sucesso, ao mesmo tempo que - pela via do intercâmbio - se estimula o investimento de multinacionais polacas em Portugal. O Latin Polish vai funcionar em regime misto, com turmas que reunem empresários portugueses e polacos, e tem duração de 240 horas. De acordo com o coordenador do curso, o Latin Polish centra-se nas relações económicas bilaterais e pretende revelar, a futuros investidores, tendências e caraterísticas específicas de Portugal e da Polónia, ainda antes das empresas efetivarem as suas entradas nestes mercados.
Para Luís Schwab, “o curso tem uma abrangência suficientemente alargada para atrair executivos e gestores de várias áreas funcionais da organização”. Segundo o responsável, a formação está dividida em quatro grandes áreas - Business, Management, Marketing e New Levels - e oito módulos distintos. “Por semana terão lugar dois módulos e cada módulo é lecionado dois dias em sala, com metodologias teórico-práticas e um dia em trabalho de campo, com o desenvolvimento de um tema”, explica o coordenador.
Direcionado a executivos e quadros de empresas com particular interesse nos mercados polaco e português, o Latin polish assume-se, de acordo com Luís Schwab, como “um programa ajustado a empreendedores com particular interesse nestes mercados, a consultores em gestão de diferentes áreas organizacionais e a profissionais de outras áreas que queiram também desenvolver competências em gestão, num contexto internacional”. Para o coordenador, tem sido evidente a necessidade de formação num contexto internacional e o curso que coordena vem dar resposta a esta necessidade."
Fonte: www.expresso.sapo.pt

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Vinhos Poças na Polónia

" A Manoel D. Poças Júnior acaba de entrar na Polónia, depois de ter celebrado contratos de venda de vinhos do Douro e do Porto com cerca de 40 garrafeiras daquele país da Europa Central.
O objectivo é conquistar um mercado "ainda embrionário" e onde o "preço é um factor muito sensível", avança o director comercial da empresa, Pedro Pintão. Os vinhos da Poças vão acompanhar a selecção nacional de futebol ao Campeonato Europeu que, na primeira fase do evento, irá ficar alojada na Polónia.
"Vamos aproveitar o facto de o futebol ser um sector exportador, de jogadores, treinadores e do País" e procurar assim contornar "as dificuldades e contrariedades de vender" produtos portugueses, justifica o mesmo responsável. "Como estamos a começar a trabalhar a Polónia, pareceu-nos que esta abordagem (o chefe da selecção, Hélio Loureiro leva os vinhos Poças para servir nos jantares e oferecer a convidados) seria interessante" para promover os vinhos da empresa, acrescenta. Até porque, realça: "Queremos fugir à guerra de preços e obter um valor acrescentado" com as exportações. 
A Poças está a direccionar os esforços comerciais para os mercados da Europa de Leste, além da China, Brasil, Canadá e América do Sul, porque a política de preços na Europa está muito agressiva. "Estamos a desistir de alguns mercados e a apostar noutros", frisa Pedro Pintão, que adianta que as vendas para a Holanda, Bélgica ou França "estão a perder peso" face a outros destinos.
A empresa registou, no ano passado, um volume de vendas de oito milhões de euros, valor idêntico ao facturado em 2010. No entanto, em 2011, o mercado nacional apresentou uma quebra de 20% face a 2010, que acabou por ser compensada com as vendas internacionais. Como realça Pedro Pintão, a empresa coloca vinhos em 25 mercados, que valem 90% das vendas. Para este ano, a perspectiva é para uma manutenção das vendas, com a aposta na "transferência de mercados maduros por outros" destinos.
A Poças tem no vinho do Porto o seu principal negócio, que representa 85% das vendas. A produção atinge 1,5 milhões de garrafas/ano. Ainda assim, os vinhos de mesa do Douro têm vindo a ganhar espaço, desde que surgiu em 1992 a primeira experiência."
Fonte: www.economico.pt