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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Prova vinhos portugueses Varsóvia

" Após o sucesso da participação na Enoexpo em Novembro passado em Cracóvia, onde ficou comprovado que existe espaço no mercado polaco para os vinhos Portugueses, a  KROSSLINK lançou o desafio à MAGAZYN WINO (revista de vinhos de renome na Polónia) de organizar uma prova de vinhos portugueses nesse país, iniciando com tal evento uma tradição.
A direção da revista aceitou o desafio e nasce assim a 1ª Prova anual de Vinhos Portugueses em Varsóvia. Esta edição pretende ser a primeira de várias, levando uma oferta variada em termos de regiões, tipos de vinhos e preços.A prova terá lugar num hotel de charme situado no vibrante centro histórico e cultural da cidade de Varsóvia.
A prova terá duração de um dia e é fechada a 20 produtores participantes, sendo  composta, numa primeira fase, por uma prova comentada pelo editor chefe da revista MAGAZYN WINO, Tomasz Prange-Barczyński, que comentará um vinho de cada produtor. Após a "Master Class", os visitante terão oportunidade de provar os restantes vinhos de cada produtor, propiciando contactos para negócios futuros. Esta prova é estritamente profissional estando convidados apenas importadores, jornalistas e canal HORECA.
As presenças confirmadas incluem Abrigueiros (Minho), Beyra (Multi Regiões), Carvalhal da Urra (Alentejo), Caves da Montanha (Multi Regiões), Julia Kemper (Dão), Herdade dos Coelheiros (Alentejo), Valle Pradinhos (Trás-os-Montes), Quinta das Marias (Dão), PLC (Alentejo), Quinta da Alorna (Tejo), Quinta das Arcas(Minho/Alentejo), Quinta de Cottas (Douro), Quinta do Sagrado (Douro), Quinta do Sobreiró de Cima (Trá-os-Montes) e Monte da Ravasqueria (Alentejo), Quinta dos Currais (Beira Interior) e Wine With Spirit (Multi Regiões).
Aproveitando para dar a conhecer um pouco mais sobre Portugal, a KROSSLINK conta ainda com uma parceria com a Portugalski Swiat através do projecto Aldeias da Beira da Simply b, para a degustação de iguarias portuguesas no decorrer do evento."
Fonte: http://lisbon.trade.gov.pl 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Vinhos TAP premiados Polónia

" Três vinhos portugueses servidos a bordo da TAP foram premiados na Polónia com os galardões 'Cellars in the Sky 2012' promovidos pela 'Business Traveller Poland'.
"Vallado Branco 2011, do Douro, obteve o segundo prémio na categoria 'Vinhos Brancos'. Quinta do Côtto tinto 2010, também do Douro, foi distinguido com o terceiro prémio em 'Vinhos Tintos'. Já na categoria 'Vinhos Doces', o Porto Churchill’s Tawny 10 anos foi distinguido como o terceiro melhor servido pelas companhias aéreas que operam na Polónia", revela a companhia aérea em comunicado.
Na mesma nota, a TAP adianta ainda que "vai dar início, em breve, a um novo processo de selecção dos vinhos portugueses que vão integrar a carta de vinhos do serviço de bordo". "À semelhança de processos anteriores, um painel de especialistas seleccionará, através de provas cegas, os vinhos, exclusivamente portugueses, que serão servidos a bordo dos aviões da TAP, prevendo-se para além da renovação a manutenção da qualidade hoje servida", explica a companhia. "
Fonte: http://turismo.dnoticias.pt 

sábado, 13 de outubro de 2012

Consumo vinho Polónia - tendências

O consumo de vinho está a crescer na Polónia desde há uns anos para cá. O crescimento das vendas tem sido em média 10% ao ano. Isto deve-se à redução dos preços de venda, devido em muito à expansão da oferta de vinhos nas cadeias de desconto.
De acordo com um estudo do Lidl, para 1/5 dos polacos o vinho é a bebida preferida deles. Esse estudo também mostra que 63% dos polacos, pelo menos ocasionalmente, compra vinho. Todavia ainda é um valor baixo comparativamente a outros países europeus. O mercado vale cerca de 2 biliões de PLN de vendas anuais, e em média um polaco bebe 3 litros de vinho.
Todavia, a popularidade do vinho está a crescer. No estudo do Lidl, 42% dos consumidores eram esporádicos e 1/3 deles comprava vinho pelo menos uma vez por mês. 42% referiu que normalmente prefere garrafas com preço entre 20-29Pln (5-7Eur) e 47% garrafas mais caras do que 30Pln. 
Por sua vez, num estudo realizado pela Biedronka, verificou-se que os polacos preferem bastante o vinho tinto (83% dos consumidores). Mais de metade dos consumidores gosta de vinho semi-seco (mais os homens) e vinho semi-doce (mais as mulheres). 

domingo, 30 de setembro de 2012

Fast food Polónia



Os polacos estão também eles a cortar nos gastos e isso reflecte-se também no sector da restauração. O entusiasmo que houve há uns anos atrás relativamente à abertura de restaurantes desapareceu. Se em 2010 existiam mais do que 70000 restaurantes, em 2011 esse valor já era inferior a 68000.  
Mas nem todo o sector sofre da mesma forma. Os grupos de fast-food têm visto as suas vendas crescer, beneficiando deste período de menor crescimento da economia. 
No gráfico da esquerda vemos o número de lojas abertas por cada um dos 5 principais grupos. Curtas notas: a AmRest inclui neste número de 241 lojas o KFC, a Pizza Hut e o Burger King. A Da Grasso é uma cadeia de pizzarias. E a Sfinks é um grupo que detém uma cadeia de restaurantes chamada Sphinx (97 restaurantes), cuja comida principal é shoarma.  
O gráfico da direita ilustra a distribuição de um menu individual no sector da restauração, de acordo com o seu preço. Ou seja, 52% das refeições custaram entre 10 e 25 PLN (2,5 e 6,25 EUR).

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Vendas vinho Polónia

Em 2008 Portugal exportou 1,77 milhões de litros de vinho de uva para a Polónia, por um valor de 3,74 ME. Em 2009 o valor foi praticamente o mesmo. No ano de 2010 subiu para 2,42 milhões de litros (5,19 ME). 
Os valores do quadro seguinte dizem respeito a 2011, mas de uma forma agregada que engloba os vários tipos de vinho (incluindo os muito relevantes vinhos de fruta) importados para a Polónia. 

  Milhares litros Milhares euros Preço/litro
Total                                                106.337 184.006  
Itália                                                24.687 41.139 1,67
E.U.A.                             8.448 22.403 2,65
França                                            8.439 21.616 2,56
Espanha                                            11.954 18.419 1,54
Bulgária                                          15.659 15.332 0,98
Alemanha                                            9.539 14.182 1,49
Chile                                                5.884 12.914 2,19
Portugal                                         4.958 9.383 1,89
Moldávia                                            3.903 5.007 1,28
Hungria                                              3.769 4.237 1,12
Austrália                                        1.688 3.949 2,34
Argentina                                         1.361 3.306 2,43
África do Sul                 1.410 2.904 2,06

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

H3 hamburguer Polónia fechou

Agora que na página da H3 já não vejo lá o link para a página da Polónia deduz-se que a operação polaca deve ter terninado (pelo menos por agora). O restaurante que existia no centro comercial Galeria Mokotów, no mínimo desde meio de Agosto já estava encerrado. 
Escrevi em Abril do ano passado sobre a abertura do restaurante, o que pode ser lido aqui. Acrescento apenas que o espaço era anteriormente ocupado pelo KFC. KFC que só em Varsóvia tem cerca de 20 restaurantes.
Segundo palavras de um dos fundadores ao jornal Económico, António Carvalho Araújo, esta não é a altura certa para entrar na Polónia. É prematuro. O produto não é compreendido. 

sábado, 15 de setembro de 2012

Preço carne Polónia

Ficam aqui os preços dos três principais tipos de carne na Polónia para o mês de Maio, usando como termo de comparação também Portugal, Espanha e a média da UE.

Carne de porco (preço em Euros por 100kg):
- Polónia: 165,65€          - Portugal: 169,84€          - Espanha: 170,13€        - Média da UE: 162,72€

Carne de vaca (preço em Euros por 100kg):
- Polónia: 307,61€          - Portugal: 365,47€          - Espanha: 375,99€        - Média da UE: 381,13€


Carne de frango (preço em Euros por 100kg):
- Polónia: 141,19€         - Portugal: 185,26€           - Espanha: 184,97€        - Média da UE: 189,26€

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Polagra - Feira Alimentar Polónia

Vai decorrer nos próximos dias 8 a 11 de Outubro a Polagra, feira do sector alimentar na cidade polaca de Poznan. Esta Feira terá expositores divididos por 3 grandes categorias: 
- alimentação e bebidas (produtos frescos, peixe, padaria e pastelaria, fruta e vegetais, águas minerais e refrigerantes, manteigas e óleos, especiarias e frutos secos, alimentos de dieta).
- vinho e bebidas alcoólicas (vinhos, cervejas).
- equipamentos para lojas (soluções de TI e sistemas POS, decoração de loja, sistemas de segurança) e soluções de franchising.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

ELS frutas e legumes Polónia

" ELS foi para a Polónia pela mão da JM e avisa que um projecto não se pode basear só numa relação comercial
Para a ELS, o processo de internacionalização foi, em primeiro lugar, o resultado de 29 anos a fornecer produtos para as lojas da Jerónimo Martins  e de uma relação de confiança mútua que acabou por culminar num convite para que a produtora de frutas e legumes visitasse a estrutura do grupo na Polónia.
Francisco Salvador, administrador da empresa, recorda que, nessa altura, ainda não havia um firme propósito de exportar para aquela que é já a maior cadeia de retalho polaca. "Não fomos com a ideia já feita de que iríamos avançar, mas tínhamos vontade de perceber como as coisas se passavam. E desde o primeiro dia contámos com a colaboração da JM, que nos recebeu muito bem e disponibilizou três pessoas para nos acompanhar nas visitas a fornecedores, centros de distribuição, lojas".
De volta a Portugal, a ELS percebeu que havia algumas lacunas a preencher no mercado polaco e decidiu que valia a pena, pelo menos, estudar a hipótese. Seguiu-se um longo período de trabalho, com estudos, contas e estratégias pelo meio, e só depois foi apresentado o trabalho à JM. "Acreditámos que tínhamos o 'know-how' e a capacidade suficiente para sermos bem sucedidos e decidimos avançar", diz Francisco Salvador.
Até agora, a aposta está a ser ganha, até porque a empresa teve ao seu lado toda a experiência de quem já há muito tempo trabalhava na Polónia. No entanto, o responsável da ELS alerta que apenas isto não chega: "Ter ajuda é muito positivo, mas um projecto destes não se pode basear apenas numa relação comercial. Até porque esta amanhã pode desaparecer".
Para o futuro, a empresa já pensa em repetir a experiência, até porque a Polónia fica no Centro da Europa e pode facilmente dar acesso a outros mercados, como o russo, o norueguês e o sueco."
Fonte: www.negocios.pt 

quinta-feira, 29 de março de 2012

Vale da Rosa na Polónia - uvas portuguesas

" A Vale da Rosa começou a exportar as suas uvas para a Polónia em 2011, através de uma parceria com o grupo Jerónimo Martins, cujos supermercados Pingo Doce já fornecia. “Entrámos neste exigente mercado da Polónia a convite da cadeia de distribuição Biedronka, estamos muito agradecidos por isso”, sublinha o proprietário da empresa, o Comendador António Silvestre.
Na Biedronka, maior cadeia de supermercados polaca, a Vale da Rosa vende uvas com grainha e sem grainha, produto inovador que, há meia dúzia de anos, António Silvestre lançou em Portugal e começou a exportar para o mundo. Na Polónia, em 2011, ano de entrada neste mercado, a empresa portuguesa comercializou para cima de 380 toneladas de uva de mesa das duas variedades, o que representa 6% da sua produção anual e uma faturação na casa dos 700 mil euros.
“Estamos em crer que poderemos crescer, esta é a nossa expectativa e tudo faremos para concretizar este desígnio”, adianta António Silvestre, que faz da aposta na qualidade do seu produto e na internacionalização os dois pilares da estratégia da Vale da Rosa. “A qualidade é um requisito essencial para o mercado externo. Não queremos somente produzir uvas de mesa, queremos produzir uvas de elevada qualidade”, salienta, acrescentando ser este um fator de diferenciação da sua empresa. “Um fator que nos abriu as portas foi, sem dúvida, a qualidade do nosso produto, e este facto foi altamente reconhecido por estes novos parceiros”, sublinha.
O empresário acredita que a Polónia poderá ser uma importante janela de oportunidades para muitos dos produtos portugueses que são, em seu entender, de grande qualidade: “Portugal tem ótimas condições para produzir, condições essas que imprimem caraterísticas únicas nos nossos produtos que são altamente desejados no estrangeiro”."
Fonte: www.oje.pt 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vieira de Castro na Polónia - pondera fábrica

" A empresa exporta para mais de 45 países e está a analisar a abertura de uma unidade na Europa de Leste.
O aumento de encomendas levou a Vieira de Castro - empresa que produz várias marcas do ramo alimentar, como as bolachas Maria, as amêndoas Torra e os rebuçados Flocos de Neve - a investir 25 milhões de euros numa nova fábrica em Famalicão.
Parte deste investimento na terceira unidade fabril, destinada à produção de bolachas, começou a ser iniciado no ano passado. "Nesta altura, a primeira linha de montagem da nova fábrica já está a funcionar e vamos instalar uma segunda linha devido ao aumento dos pedidos de encomendas", avança a administradora do grupo, Ana Raquel Vieira de Castro. A nova unidade irá permitir aumentar a capacidade instalada para mais 15 mil toneladas, duplicando capacidade das outras duas fábricas da empresa, localizadas também em Famalicão.
Cerca de metade da produção da Vieira de Castro destina-se a exportação. O grupo vende para mais de 45 países, estimando atingir, no final deste ano, 30 milhões de euros de volume de negócios.
Uma das regiões estratégicas onde a empresa espera aumentar as ventas é a Europa de Leste. "É uma zona geográfica que queremos abordar activamente e poderá passar pela construção de uma unidade fabril ou por uma parceria com uma empresa local", admite Ana Raquel Vieira de Castro.
Presente na Sérvia e na Polónia, o crescimento das vendas da Vieira de Castro nestes mercados leva-os a estudar uma nova estratégia que passe pela criação de uma estrutura comercial e produtiva fixa. No entanto, a mesma responsável, realça que este projecto está ainda em estudo, não estando decidido qual será o país onde poderá vir a ser realizado."
Fonte: www.economico.pt

segunda-feira, 19 de março de 2012

Marcas cerveja na Polónia

ordenadas por ordem decrescente de acordo com o valor da marca: 
- Tyskie
- Żubr
- Lech 
- Żywiec
- Tatra
- Warka
- Harnaś
- Okocim
Info retirada do ranking do Rzeczpospolita. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sabores de Portugal à conquista da Polónia - SmakiPortugalii no OJE

" Um português e a sua família polaca afirmam o "made in Portugal"neste país do Báltico. SmakiPortugalii é ainda um pequeno negócio, mas está a crescer de forma sustentada. Um exemplo de empreendedorismo.
Gonçalo Franco, 37 anos, lisboeta de gema, e  Marzena Gregier, 31, polaca de Varsóvia, conheceram-se na Internet e casaram. Depois de oito meses a viverem em Jerusalém, por imperativo da especialização dela em Antropologia Cultural, instalaram-se em Varsóvia, no ano de 2005.
Nesta cidade, capital da Polónia, lançaram uma empresa de importação de produtos portugueses, que distribuem em lojas e supermercados por todo o país. Entre as marcas que representam contam-se a Ramirez, Oliveira da Serra, Nicola, Sumol,  BonAppetit (Bom Petisco) e Diatosta.
SmakiPortugalii é um negócio pequeno ainda, familiar, mas tem vindo a crescer de forma sustentada, à medida que dá a conhecer o que de melhor se faz em Portugal e posicionando bem alto as nossas marcas num país cuja população ronda os 40 milhões. Um exemplo de empreendedorismo.

A sua empresa familiar é você e mais quem?
A minha mulher, Marzena Gregier Franco, eu, o meu sogro Zbigniew e o tio da minha mulher, Michal, que faleceu, infelizmente, no início deste ano e que tinha um papel importante na empresa. Também temos alguma ajuda da minha sogra e do meu cunhado. No exterior, colaboram connosco, de forma muito próxima, a jovem Monika Pawlowska, na promoção dos produtos, e o Sr. Leszek Domaradzki, na distribuição local. No entanto, para a distribuição fora de Varsóvia usamos uma transportadora em outsourcing.
Com que marca começaram?
Começámos com Bon Appetit (o Bom Petisco para exportação). Atualmente, aquilo que mais vendemos são produtos Ramirez. Depois, já num patamar mais abaixo, Sumol e Guaraná Antarctica, que, como sabe, é produzido para a Europa exclusivamente pela Sumol+Compal.
Quantas marcas têm agora?
Neste momento, temos nove marcas constantes: Ramirez, Oliveira da Serra, Sumol, Guaraná Antarctica, Diatosta, Bon Appetit, Probar, Primefoods e café Nicola. No entanto, esporadicamente trabalhamos, também, Mestre Cacau, Boa Boca e Frulact. Pensamos vir a  trabalhar com a conserveira do sul (Manná), com a  Flor de Sal Salmarim, de Castro Marim, e com a marca Compal da Sumol+ Compal.
Qual foi a última marca que lançaram?
Não foi um lançamento, porque foi uma encomenda específica, grande, para um só cliente que queria doces. As marcas foram, precisamente, Frulact, Mestre Cacau e Boa Boca.
Como e onde apresentam os produtos?
Diretamente aos clientes, embora frequentemente façamos degustações em lojas e apoiemos eventos culturais com as nossas marcas, de forma a promovermos tudo o que temos. De vez em quando, organizamos loja por um dia e queremos tornar isso mais frequente. Mandamos convites, divulgamos o mais possível e, nesse dia, vendemos os produtos em determinado local a melhores preços. O resultado é duplamente positivo: aparecem pessoas que são fãs das marcas e curiosos que se deixam seduzir. Também enviamos produtos e press release a jornalistas que publicam em jornais, revistas e páginas na Internet.
Ter loja própria é um objetivo?
Pensamos seriamente nisso. Tentamos ir passo a passo, porque somos pequenos e não queremos dar os passos errados. Num futuro próximo, planeamos abrir uma loja on-line.
Contam com algum tipo de apoios?
Não temos qualquer tipo de apoio a não ser, esporadicamente, das marcas que, nesta altura de crise, fazem o que podem, mas que não podem muito.
Qual está a ser a recetividade dos polacos aos produtos portugueses?
Os polacos desconhecem Portugal enquanto fabricante de produtos de qualidade. É difícil explicar-lhes que podem ter a melhor qualidade a um preço interessante quando há  a ideia de que o que é italiano é que é bom. Mas a maioria dos que provam os nossos produtos fica muito surpreendida e torna-se leal às nossas marcas. Temos uma fã no Facebook, por exemplo, que diz que não vive sem Sumol. Outra que diz que bebe hectolitros de café Nicola! Temos um outro fã que diz comer duas latas de sardinha Ramirez por dia e tivemos um cliente que nos comprou, diretamente, 600 latas de sardinha.
Do vosso portefólio, qual é o produto mais bem sucedido?
Aquilo que mais vendemos de longe são as sardinhas Ramirez. Os polacos nunca viram nem provaram sardinhas como as nossas. Quem compra, nunca mais pára de comprar. O slogan da nossa empresa é precisamente "percebes quando provares".
Está nos vossos propósitos alargar o leque dos produtos que comercializam?
Sim, claro. Mas queremos vender o que os polacos procuram, e não o que os portugueses acham que os polacos querem comprar.
Que outros produtos poderão interessar-vos?
Flor de Sal, conservas ainda mais gourmet, Compal, cujo processo já começámos, e em breve esperamos ter cá a marca.
Quanto custa, por exemplo, uma garrafa de azeite Oliveira da Serra na Polónia?
Pode custar entre 25 e 35 zloty (entre 6,5 e 8,5 euros), depende das lojas e da variedade. Temos tudo, do Oliveira da Serra mais comum ao gourmet, passando pelo BIO, além das azeitonas e dos vinagres.
Quais são os vossos objetivos a médio, longo prazo em termos de desenvolvimento do negócio?
Queremos crescer. Há dois anos tivemos uma queda de 5%, mas o ano passado (2011) já vendemos mais 7%. Queremos crescer todos os anos, simplesmente, se possível mais ainda.
Como é um dia de trabalho a promover e comercializar produtos portugueses?
Nenhum dia é igual ao outro. Basicamente, um dia normal de trabalho é feito de visitas a clientes, reposição de stock, visitas a clientes potenciais, contactos com as fábricas para encomendar e resolver várias questões, pesquisa de produtos, atividade constante na Internet, resolução de questões técnicas menos interessantes, há muitos detalhes a controlar, na logística, distribuição, promoção, etc... Tudo repartido, sobretudo, entre mim e a minha mulher, que é quem mais trabalha de nós todos. 

UMA PALAVRA... SAUDADE
"Sinto muita saudade de Portugal", sublinha Gonçalo, que levou para a Polónia tudo o que podia, incluindo a televisão por satélite, mas com todos os canais, como cá, e fala constantemente em português por telefone, tal como ouve música portuguesa quase sempre... Enfim, "estou em constante contacto", diz. Por outro lado, confessa: "Faz-me muita falta estar simplesmente nas ruas de Lisboa, sentir o cheiro e respirar o ar... gosto de andar pela Baixa, pela Bica, pelo Bairro Alto, por Alfama, ir às lojas tradicionais, entrar em todo o lado. Conheço verdadeiras relíquias... vivo a minha cidade a 100%. Passeio muito por Portugal, todos os anos experimento lugares novos". Gonçalo vem a Portugal uma ou duas vezes por ano e passa pelo menos, no total, um ou dois meses por ano cá... a matar saudades.
CONTACTOS www.smakiportugalii.pl    www.facebook.com/SmakiPortugalii    www.gregier.com.pl
P.P.H. Gregiers.c. Tel. +48 600 00 40 33    F ax +48 22 673 4607    ul. Roty, 18  04-447 Warszawa  "
Fonte: www.oje.pt

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Primores do Oeste na Polónia

" A União faz força. A frase veste na perfeição os Primores do Oeste.
“São cem agricultores, que são accionistas e produtores”, explica Jorge Camilo, director de produção desta empresa que foi criada em 1999 e que, apesar das intempéries e da crise, continua a crescer.
Os agricultores produzem nas suas terras e depois distribuem e vendem a partir daquele ponto central. A Primores do Oeste exporta entre 50 a 60% daquilo que produz.
A maior parte vai para Espanha, Alemanha, França e Polónia, onde já tem uma sucursal: “É uma sucursal dos primores, uma plataforma logística, um armazém de onde emana parte das exportações que fazemos. Pode haver exportação directa para os clientes, como também pode haver para essa plataforma que depois faz a circulação do comércio tradicional na Polónia e nos países limítrofes”.
No imediato, empresa quer consolidar a posição na Polónia. No futuro, há mercados extracomunitários à espreita."

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Valouro estuda Polónia

" A empresa quer crescer fora do País – Angola e Polónia são alvos.
O grupo Valouro está a estudar a entrada em novos mercados, entre eles, o angolano e o polaco. "Angola será um país para apostar no futuro e onde já estamos a estudar um possível investimento. Outra possibilidade de investimento em indústria agrícola é a Polónia. São mercados com potencial de crescimento", adiantou o presidente do conselho de administração das Rações Valouro, António José dos Santos, ao Diário Económico.
A expansão para fora de Portugal será uma forma de o grupo continuar a desenvolver a estratégia de crescimento, uma vez que o mercado interno se encontra estagnado. "Em Portugal as vendas vão andando. Continuamos a vender, mas tivemos de adequar os preços à realidade", salienta António José dos Santos, que preside ao conselho de administração das Rações Valouro. 
A empresa, que mantém a estrutura familiar, dedica-se há mais de 25 anos ao fabrico e comercialização de alimentos compostos para animais. Com sede na freguesia da Marteleira, na Lourinhã, a empresa arrancou com a construção da primeira fábrica em 1977. Cinco anos depois, a segunda linha de fabrico entra em funcionamento e as vendas atingem nove mil toneladas por mês.
Em 2008, inaugurou um matadouro de aves com a mais moderna tecnologia da Península Ibérica, num investimento de 70 milhões de euros, em Alvalade do Sado (Santiago do Cacém), onde já possui um aviário. Hoje tem também uma fábrica perto de Badajoz, em Espanha. A expansão do grupo - que inclui as empresas Avibom, Interaves, Kilom e Pinto Valouro - tem continuado e, actualmente, conta com vários matadouros que produzem carne de aves sob diversas designações comerciais."
Fonte: www.economico.pt 

sábado, 21 de maio de 2011

Sabores de Portugal - Semana Portuguesa na Polónia

Entre os dias 30 Maio e 5 de Junho, irá ter lugar em Varsóvia a 2ª edição da semana gastronómica portuguesa "Sabores de Portugal" (ou em polaco Smaki Portugalii). A página oficial do evento é esta: http://www.flavoursofportugal.pl/.
Uma excelente iniciativa para apresentar a nossa cultura em termos de comida, vinhos e música também. e uma vez que decidiram repetir, é porque a primeira edição correspondeu (ou superou) às expectativas. Que muitos e bons negócios se façam com a ajuda deste evento.
Fonte: www.ppcc.pl

segunda-feira, 11 de abril de 2011

H3 hambúrger na Polónia

Fonte: www.h3.com
Entre um McDonald's e um sítio chamado Thai WOK, abriu há uns meses o primeiro H3 na Polónia. Mais concretamente em Varsóvia, no Centro Comercial Galeria Mokotów (notícias sobre isso p.ex. aqui ou aqui). O Centro Comercial escolhido encontra-se numa zona residencial nobre de Varsóvia, foi construído em 2002 (e ampliado em 2006), e tem 260 lojas. O espaço H3 encontra-se no 2º e último piso, num food-court que além dos já referidos vizinhos tem mais 7 espaços de alimentação: fast-food grega, 2 de saladas, Subway,  comida polaca, 2 restaurantes (um deles um grill&bar).
O menu H3 Tuga custa 24,9 PLN (ao câmbio de hoje dá 6,25Eur), um valor equivalente aos 6,5 Eur de igual menu em Portugal.  Para facilitar a comparação, um Menu Big Mac custa actualmente 4,75 Eur em Portugal, ao passo que na Polónia não consegui descobrir ao certo, mas estimo que ronde os 15 PLN actualmente (ou seja, 3,76 Eur).
Quanto aos hábitos dos polacos, principalmente durante a semana são bastante diferentes dos portugueses no que à alimentação diz respeito. Almoços pelas 13h, com duração de hora, hora e meia ou duas horas rematados com um café, ainda constituem a excepção (quanto mais não seja porque a nossa bica na Polónia ronda no mínimo 1,5€). Sandes são a opção para matar a fome, sendo que o que eles querem é sair do trabalho o mais cedo possível desde que façam as 8h da praxe.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Exportar para a Polónia - Caso Compal Essencial

Para quem ainda pense que exportar produtos portugueses para a Polónia, está disponível na internet um estudo de caso sobre a internacionalização do Compal Essencial para o mercado polaco em 2008.

Pese embora o estudo seja específico dos concentrados de fruta, julgo que a perspectiva geral poderá servir de base para análise a outros produtos de grande consumo portugueses que se queiram vender na Polónia (p.ex. azeite, vinho, papel, etc).

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Raimundo e Maia quer entrar na Polónia

"A Raimundo e Maia quer entrar no mercado da Polónia. Quem o garante é o proprietário da empresa Salvador Maia, que afirma “não ter pressa” em começar a comercializar naquele País. “Estivemos cerca de 13 anos para entrar no mercado espanhol e hoje estamos nas duas maiores cadeias. Portanto não nos preocupamos muito com isso, temos os nossos objectivos traçados”, refere o empresário, garantindo que neste momento ainda está apenas a estabelecer contactos.
A Polónia passaria assim a ser apenas mais um mercado para a empresa de Alcobaça, que além de estar presente em todas as cadeias de hipermercados em Portugal, comercializa em países como a Líbia, Tunísia ou Arábia Saudita. Um grande volume de vendas que obriga, segundo o empresário, a carregar cerca de “30 camiões por dia”, algo que deixa satisfeito Salvador Maia. “A nossa filosofia é de trabalho. Estar sempre atento mas acima de tudo trabalhar muito”, sublinha o promotor, que garante ter tido em ano 2010 “bastante positivo”.
O empresário aproveitou, ainda, para destacar o “esforço” que a empresa tem feito para não subir os preços, apesar dos sucessivos aumentos dos impostos. A Raimundo e Maia é produtora de frutas, compotas, dos Enlatados Cister, entre outros produtos do género."
Fonte: http://www.regiaodecister.pt/