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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Moldes portugueses Polónia - Missão Cefamol

" Decorreu no mercado da Polónia uma Missão Empresarial da Indústria de Moldes, constituída por 4 empresas portuguesas do sector, organizada pela CEFAMOL com o apoio do Centro de Negócios da AICEP em Varsóvia.
Na Missão integraram representantes das empresas portuguesas; Tecmolde, LN Moldes, Moldit e TJ Moldes, bem como, o representante da CEFAMOL, Manuel Oliveira.
Durante os cinco dias da duração da Missão, as empresas portuguesas visitaram as 10 mais representativas empresas polacas do sector.
O objectivo principal desta Missão foi, para além do estabelecimento de contactos/visitas a empresas locais compradoras de moldes de injecção para plástico e identificação de oportunidades de negócio e cooperação para as empresas nacionais, o contacto directo com a realidade do mercado polaco e o estudo das suas reais potencialidades, dificuldades e constrangimentos.
Esta foi a quinta Missão da Cefamol organizada ao mercado da Polónia. Nos anos 2000 e 2003, 2006 e 2008 já se realizaram visitas semelhantes. Este interesse das empresas portuguesas da indústria de moldes pelo mercado da Polónia deve-se ao grande potencial de oportunidades de cooperação que este país apresenta."
Fonte: http://www.portugalglobal.pt

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Ligação eléctrica Polónia - procedimentos

De acordo com o exemplo de estudo da Doing Business (armazém localizado na periferia da principal cidade de cada país, neste caso Varsóvia), estes são os procedimentos e tempo necessário para proceder a uma ligação eléctrica:
1- Fazer o requerimento à RWE Stoen, esperar por informação sobre condições técnicas e contrato de ligação. 32 dias.
2- Contratar empresa de serviços de electricidade para obter aprovação das instalações e fazer a ligação ao ponto de fornecimento externo. 82 dias.  
3- Concluir o acordo de ligação, 22 dias.
4- Notificação à RWE Stoen para que ocorra inspecção às instalações internas e instalação do contador. 7 dias.
No total são, por este exemplo, um total de 143 dias. Segundo o mesmo estudo, para um exemplo idêntico em Lisboa são 64 dias. 

Abrir empresa Polónia - procedimentos

Usando a informação da organização Doing Business, estes são os procedimentos principais e custos para constituir uma empresa "normal" na Polónia.
1 - Registo notarial (1 dia), com o custo de 1010 PLN + 0,4% da parte do capital social acima de 60000 PLN+23% de IVA. 
2- Depositar o valor do capital social no banco (1 dia).
3- Registo da empresa (KRS), REGON (nº de registo para efeitos estatísticos), NIP (o equivalente ao NIF em Portugal), registo no Instituto de Estatística e ZUS são 1500 PLN e necessita de 4 semanas. 
4- Registo para o IVA (1 dia) são 170 PLN.

Doing business poland 2012

Deixo aqui a tabela resumo das conclusões da organização Doing Business ( apoiada pelo Banco Mundial). Primeiro para a Polónia e depois para servir de comparação também os de Portugal. No geral, a Polónia tem maus resultados nos factores de iniciar um negócio, tratar de licenças de construção e pagamento de impostos. O melhor resultado é na facilidade de obtenção de crédito. 


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Vender na Polónia AICEP organiza evento


" A AICEP organiza o “Como Vender na Polónia”, terá lugar na AICEP, no Porto, nos dias 12, 13 e 14 de Novembro e, em Lisboa, nos dias 15 e 16 de Novembro de 2012. 
A balança comercial luso-polaca, tradicionalmente deficitária para Portugal, em 2011 e pela 1ª vez ao longo dos últimos 10 anos, revelou-se favorável, sendo o crescimento das nossas expedições de 9,4%, face a 2010. Temos mais de 800 exportadoras para a Polónia e 70 investidoras neste país, sendo que mais de 100 empresas polacas têm capital português. Contudo, existe muito espaço para crescer dado o enorme potencial de negócios ainda por explorar, pelo que a Polónia pode e deve assumir um papel de maior importância para Portugal entre os parceiros comunitários. Já existe, inclusivamente, uma vasta experiência de empresas portuguesas em sectores de interesse na Polónia e várias estão muito bem posicionadas nas áreas da distribuição, construção, energia eólica, banca, etc.
Não obstante a forte concorrência dos players internacionais, os produtos e serviços portugueses com uma boa relação qualidade-design-preço, designadamente os de maior valor acrescentado, elevado teor tecnológico e bom serviço pós-venda, conseguem vantagens comparativas relevantes, estando as melhores oportunidades para as nossas expedições nos sectores das Fileiras Indústria (maquinaria/moldes), Moda, Agro-Alimentar (incluindo vinhos e produtos gourmet), Construção Civil e Obras Públicas, Design Industrial, TIE, e Têxteis-Lar. 
Esta acção visa orientar e responder a questões colocadas pelas empresas e prestar aconselhamento personalizado sobre Como Vender no mercado polaco, numa perspectiva de primeira abordagem, ou de qualificar e desenvolver o seu negócio na Polónia.
Para o efeito, são agendadas reuniões individuais que aumentaram para 60 minutos com o Responsável do Centro de Negócios de Varsóvia (co-localizado nas instalações da Embaixada de Portugal na Polónia), Nuno Lima Leite."

terça-feira, 13 de março de 2012

Parceria Portuguesa Água estuda Polónia e mais 7 mercados

" A Parceria Portuguesa para a Água (PPA) vai desenvolver um projeto de exploração de oito mercados que podem representar uma oportunidade de negócio para o setor da água e caracterizar as suas instituições financiadoras, avançou ontem o presidente, Nunes Correia.
" A primeira ação definida passa por dar a conhecer o projeto. Está prevista a realização de um seminário no dia 19 de abril, no Porto, para a apresentação a toda a comunidade do setor da água.
A segunda medida consiste em preparar os estudos de caracterização de oito mercados: Brasil, Angola, Moçambique, Marrocos, Argélia, Sérvia, Croácia e Polónia.
Francisco Nunes Correia deu o exemplo dos países em processo de adesão à União Europeia (UE), como a Croácia e a Sérvia, que vão ter de cumprir novas regras, o que vai impulsionar "milhares de milhões de euros de investimento".
O responsável indicou que o projeto, desenvolvido em parceria com a Associação Empresarial de Portugal (AEP), já obteve a aprovação do QREN e envolve cerca de 1,2 milhões de euros, com financiamento comunitário de perto de 900 mil euros. A iniciativa deve arrancar em abril.
Estudar "as oportunidades para Portugal e promover a marca Portugal nesses países" é outra tarefa a concretizar, acrescentou o ex-ministro do Ambiente, citado pela Lusa. Foi constituído um conselho superior estratégico de 15 empresas, que vão dar aconselhamento e terão uma "pequena participação financeira". "
Fonte: www.oje.pt

quinta-feira, 8 de março de 2012

Missão Empresarial Polónia - ACL - 25-29 Março 2012

" A Associação Comercial de Lisboa-Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa (ACL-CCIP) vai organizar, em colaboração com a CIEP - Confederação Internacional dos Empresários Portugueses, uma Missão Empresarial à Polónia (Varsóvia e Cracóvia), que terá lugar de 25 a 29 de Março.
Com cerca de 40 milhões de habitantes e mais de 100 empresas de direito polaco com capitais portugueses, a Polónia oferece excelentes oportunidades de negócio para as empresas que pretendam expandir as suas actividades para este mercado.
No âmbito do programa desta missão, que conta com o apoio institucional da AICEP e da Câmara de Comércio Polónia-Portugal, serão agendadas reuniões individuais de negócios em Varsóvia, com possibilidade de extensão a Cracóvia, de acordo com o perfil e interesses no mercado de cada participante. Do programa consta também um seminário para apresentação do mercado Polaco e uma visita ao centro de distribuição da Jerónimo Martins." 
Custo da participação de 1100 Eur, que inclui: Passagem aérea em classe turística Lisboa/Varsóvia/Lisboa ; Alojamento no Hotel Radisson Blu Centrum; Transfer aeroporto/hotel/aeroporto; Actividades no âmbito do programa; Mini bus para deslocações colectivas em Varsóvia; Agendamento de reuniões; Seguro de viagem.  

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Entrevista a Olga Pietkiewicz - Head of International Desk at BZ WBK - Banco Santander

" Estar no centro da Europa é uma vantagem competitiva para as empresas.
A Polónia é hoje uma economia em crescimento e quer ser cada vez mais um destino atractivo para as empresas. Desburocratizar e simplificar são alguns objectivos num país com oportunidades, mas onde, alerta Olga Pietkiewicz, a mentalidade e o idioma ainda são obstáculos.
Um dos activos mais importantes na Polónia, como foi dito na apresentação, são as pessoas. No caso concreto desta actividade, em que sentido?
Há a barreira da linguagem, de mentalidade. Um banco estrangeiro entrava na Polónia, criava balcões e não conseguia aumentar quota de mercado. Porque, ou conhece o mercado e tem funcionários polacos, ou então está fora do negócio. Na minha opinião, o nosso mercado está completamente integrado na União Europeia, mas há questões como a mentalidade e a forma como fazemos negócio que são diferentes, penso é essa a razão.
Tendo a Polónia grande potencial de crescimento, sendo competitiva, quais os sectores onde há mais oportunidades?
Em sectores tradicionais como indústria automóvel, maquinaria ou electrodomésticos, ainda temos de reduzir o ‘gap' face aos países ocidentais, já nos temos desenvolvido bastante, mas ainda não é suficiente. E depois em novos negócios como as energias renováveis, tecnologia.
É fácil para uma PME entrar no mercado polaco?
Antes era complicado, saímos do comunismo. Agora as regras estão mais harmonizadas com a UE, tem havido bastantes progressos. Penso que estão a preojectar a possibilidade de se abrir uma empresa num dia apenas. Portanto, quem quiser criar um negócio, precisa de se dirigir a um único escritório e lá trata de todos os papéis. Estão a tornar tudo mais fácil. [CORTE_EDIMPRESSA]
Quais são as maiores vantagens para uma empresa que queira investir no mercado polaco?
Estamos num mercado globalizado onde ninguém está 100% imune a uma crise. Mas a verdade é que a economia polaca está numa fase de crescimento e, mesmo que haja um abrandamento, será menos sentido, é uma economia sólida. E estamos no centro da Europa, o que é uma vantagem geográfica.
No caso português, pensa que ter na Polónia empresas de sucesso, como a Jerónimo Martins, pode ser um factor de atracção para outras empresas portuguesas?
Penso que sim. E penso que as empresas portuguesas que trabalham no mercado polaco estão satisfeitas.
Acredita que ainda há uma percepção que o país está menos evoluído do que é a realidade? E quais os principais obstáculos?
Talvez ainda haja essa percepção. Quanto aos obstáculos diria que o principal será o idioma. Em termos fiscais, os encargos não são muito elevados, o IVA é de 23%, e um pouco também a mentalidade. Já fomos um país muito burocrático, penso que já não somos. "
Fonte: www.economico.pt


Entrevista embaixadora da Polónia

"Só o crescimento pode dar maior segurança aos cidadãos europeus" - afirma Katarzyna Skorzynska. Em entrevista à "Vida Económica", a Embaixadora da Polónia em Lisboa prevê que a atual taxa de crescimento, próxima dos 4%, se irá manter e salienta a importância das reformas estruturais para que todas as economias que perderam a competitividade possam recuperá-la.
A Polónia de hoje está distante da cultura da economia planificada e do papel dominante do Estado, quando fazia parte do ex-bloco de Leste. Pelo contrário, Katarzyna Skorzynska revela-se crítica quanto aos países europeus que elevam as despesas sociais para níveis incomportáveis, sem resultados satisfatórios, mantendo grandes desigualdades sociais.
Vida Económica - A economia polaca continua a crescer em contraciclo, apesar de conjuntura internacional desfavorável?
Katarzyna Skorzynska - Nesta Europa em crise, a Polónia continua a crescer. Em 2011 o crescimento do PIB está perto dos 4%. No próximo ano, este ritmo de crescimento deverá manter-se.
O crescimento é fundamental. Só o crescimento pode dar maior segurança aos cidadãos europeus. É muito importante realizar todas as reformas estruturais para que todas as economias que perderam a competitividade possam recuperá-la.
A nossa economia oferece boas perspetivas. Este sucesso da Polonia deve-se à política cautelosa dos bancos polacos que nunca exageram com instrumentos muito sofisticados e ao grande esforço desenvolvido pelos empresários polacos. São pessoas que sabem correr riscos de maneira bastante eficiente.
VE - Quando destaca as capacidades dos empresários, não podemos esquecer que a Polónia viveu durante dezenas de anos numa economia planificada. O espírito empreendedor não foi prejudicado?
KS - Uma economia controlada totalmente pelo Estado, como tivemos durante o regime comunista, não contribuiu para o trabalho e desempenho. Os polacos nunca gostaram deste controlo do Estado. Quando se libertaram deste regime, demonstraram enorme capacidade de organização, empreendedorismo, uma grande abertura para correr riscos. Os polacos foram muito cautelosos em relação ao endividamento, tendo um limite de dívida pública previsto na Constituição.
VE - São esses fatores que estão na origem dos resultados obtidos por alguns grupos portugueses que atingiram posições de primeiro plano no mercado polaco, nomeadamente, o BCP e Jerónimo Martins?
KS - Os resultados também se devem às grandes capacidades dos empresários portugueses, que analisaram da maneira certa as oportunidades do mercado polaco. Devem-se também ao bom nível de mão de obra polaco em termos de formação e atitude. Há entusiasmo em trabalhar e produzir. Isto é com certeza o nosso valor competitivo. Também contribuiu de forma positiva a estabilidade política e económica. Existe uma boa base para as empresas estrangeiras fazerem negócios na Polónia.
VE - Como vê o evoluir das relações comerciais entre Portugal e a Polónia?
KS - O nosso relacionamento económico é com certeza um pilar do nosso relacionamento bilateral. Isto é muito importante para o futuro das nossas relações. O comércio bilateral alcançou em 2010 o valor 805 milhões de euros. Apesar de já termos uma presença significativa das empresas portuguesas na Polónia, poderá fazer-se muito mais. Acho que ainda se podem promover as relações entre as pequenas e médias empresas polacas e portuguesas. O forte investimento português nos meados dos anos 90 foi só das grandes empresas portuguesas que tiveram recursos para preparar uma estratégia de entrada no mercado polaco. Também há espaço para as pequenas e médias empresas tanto no investimento como na exportação para o mercado polaco. As privatizações a nível local e regional abrem novas oportunidades. A nossa ideia é promover a cooperação entre as pequenas e médias empresas e entre as regiões.
No âmbito da presidência polaca da União Europeia lançámos as conferências regionais em várias cidades de Portugal para favorecer a aproximação das empresas locais.
VE - Em que setores de atividade há mais oportunidades para aumentar as exportações para a Polónia?
KS - Tendo em conta o grande sucesso dos produtos polacos em Portugal e o grande sucesso de alguns produtos portugueses na Polónia, acho que há um grande espaço no setor alimentar para ambos os lados. Nesta área o volume de negócios em 2010 caiu um pouco, também por causa da crise e algumas dificuldades dos importadores portugueses. O mercado polaco pode ser também importante, por exemplo para o vinho do Porto. Ainda é pouco conhecido na Polónia porque no passado não entrava nos hábitos dos polacos, mas já desperta grande interesse.
Os vinhos portugueses têm muito sucesso quando comercializados pelas lojas e por alguns importadores privados. É um grande mercado de 40 milhões de pessoas, que cada vez mais apreciam um bom estilo de vida e que cada vez mais visitam Portugal. Já há hotéis no Algarve onde os polacos representam o terceiro grupo entre os turistas estrangeiros.
Tem havido uma boa promoção de Portugal nos jornais polacos e os voos diretos da TAP ajudam a desenvolver este intercâmbio.
VE - Uma das áreas possíveis de cooperação é a de energia. A Polónia tem um projeto importante na substituição da fonte de carvão por outras fontes, incluindo o nuclear. O acidente do Japão veio alterar os planos?
KS - A decisão de construir duas novas centrais nucleares mantém-se. Queremos desenvolver a energia nuclear e também temos interesse em desenvolver energias renováveis. Estamos a fazê-lo com a energia eólica, a biomassa e o biogás. É difícil passar do modelo de produção de energia elétrica baseada no carvão, no caso da Polonia, que representa 90% da produção de eletricidade para as energias renováveis, sobretudo por causa dos custos. O nuclear faz parte de uma solução sustentável, tanto do ponto de vista dos consumidores como dos produtores da energia elétrica.
É óbvio que faremos um grande esforço para desenvolver as energias renováveis e a economia verde. Também pretendemos aumentar a produção de biocombustíveis.
VE - Acha que a Polónia, através da presidência da União Europeia, pode dar um bom contributo à solidariedade e à defesa do projeto europeu?
KS - Para nós, o projeto europeu é fundamental porque entrámos para a UE em 2004. A União Europeia era o nosso objetivo, por isso faremos tudo para desenvolver este projeto. A nossa presidência fez um grande esforço para trabalhar junto com outras instituições europeias, com a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu para negociar soluções e assegurar a base necessária de combate a crise.
VE - Se não for viável uma Europa a 27, e a Europa se polarizar em várias regiões, a Polonia tenderá a ficar mais ligada à Alemanha?
KS - A Alemanha é um parceiro importante, mas a Europa é tão pequena. Não nos podemos concentrar em blocos específicos dentro da União Europeia. Temos de ter um sólido mercado interno de todos os países da União Europeia, onde as empresas possam competir.

Tradição de política social de Portugal pode ser adaptada à realidade atual
Na União Europeia existe uma visão mais tradicional quanto ao papel do Estado e da Europa fortaleza e uma visão mais aberta e favorável à cooperação com os Estados Unidos.
Katarzyna Skorzynska considera que a Polónia e os países que formavam o ex-bloco de Leste estão mais próximos da visão atlantista - é uma "realidade geopolítica que é um fator objetivo".
"Com o crescimento das grandes economias fora da Europa este modelo fechado é impossível de desenvolver. Acho que a crise pode ter também este efeito positivo, no sentido de adaptar as soluções europeias à situação global. Não poderemos manter este nível de políticas sociais nas várias áreas se queremos competir com as outras economias".
"É possível desenvolver os instrumentos que podem combater a exclusão social. Isto é muito importante e Portugal também tem uma longa tradição de política social que pode ser adaptada à realidade atual. Exige um trabalho a longo prazo para se analisar quais são os instrumentos adequados para se conseguirem bons resultados. Há países onde, apesar das políticas sociais desenvolvidas, as desigualdades sociais são muito grandes. Investiu-se muito dinheiro mas não se conseguiu um maior equilíbrio no desenvolvimento humano", conclui.
Fonte: www.vidaeconomica.pt 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Turismo Portugal na Polónia - Feira Tour Salon Poznan

Entre os próximos dias 19 e 22 de Outubro vai decorrer em Poznań a 22ª edição de uma Feira de Turismo: Tour Salon 2011. Da parte de Portugal irão estar presentes a Argon Travel, o Turismo da Madeira, e Fátima (incluindo dois hóteis).    

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Glintt na Polónia

" A Glintt -- Global Intelligent Technologies anunciou hoje a criação da Glintt Polska, uma sociedade de direito polaco detida a 100 por cento pela empresa portuguesa da área das tecnologias de informação.
"A criação da Glintt Polska insere-se na estratégia de expansão internacional da Glintt e visa o incremento da actividade comercial na Europa, reflectindo a aposta da empresa no mercado polaco", diz a empresa em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). 
A nota endereçada ao regulador não revela os valores por detrás da criação da Glintt Polska."
Fonte: www.expresso.pt

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Empresa portuguesa na Polónia para ajudar na internacionalização das PME

"Uma recém-criada empresa de investimento com três sócios portugueses quer ajudar pequenas e médias empresas nacionais a entrada no mercado da Europa Central e de Leste por considerar que esta zona é hoje "um mar de oportunidades".
A Central Europe Integrated Solutions (CEIS), com sede em Varsóvia, foi criada há menos de um ano por três portugueses, dois deles saíram de grandes empresas que avançaram para o mercado polaco (Martifer e EDP renováveis), e dois polacos.
Em declarações à Lusa, Bruno Ferreira, presidente executivo da CEIS explicou que, num momento em que Portugal precisa de apostar na internacionalização, o mercado da Europa Central e de Leste é uma boa opção para as pequenas e médias empresas portuguesas através de parceiros com experiencia e conhecimento.
Bruno Ferreira adiantou que esta sociedade pretende usar todo o conhecimento de negócio na Polónia, fruto de experiências profissionais anteriores, para ajudar as pequenas e médias empresas portuguesas de várias áreas, entre as quais o software e as tecnologias de informação, a entrar naquele mercado.
O acompanhamento a ser feito através da Central Europe Integrated Solutions, defendeu, minimiza os riscos inerentes a uma internacionalização que para as pequenas e médias empresas podem ser encarados como uma barreira para a procura de oportunidades noutros mercados.
"Existem já empresas interessadas. Acham que existe a necessidade de um parceiro no local que fala a mesma língua", frisou. "
Fonte: Jornal Oje.
Outra notícia está aqui.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Conferência: Polónia - Um Mercado Prioritário para o Investimento Português - ACL

A ACL-CCIP vai organizar no próximo dia 16 de Junho de 2011, em colaboração com a Câmara de Comércio Polónia Portugal e a CIEP - Confederação Internacional dos Empresários Portugueses, a Conferência: “Polónia – Um Mercado Prioritário Para O Investimento Português, Desafios Para O Futuro”. 
Contará com participação de membros da Embaixada da Polónia em Portugal, da Câmara de Comércio Polónia-Portugal, e de responsáveis de empresas portuguesas (Bank Millennium, Jerónimo Martins ou Malo Clinics) na Polónia, entre outros.
Mais info ver aqui.
Fonte: http://lisbon.trade.gov.pl/pt

terça-feira, 7 de junho de 2011

Testemunho de um empreendedor na Polónia

Está aqui o link para um artigo que saiu no jornal de negócios, da autoria de Nuno Carvalho (Zonadvanced), que está a fazer desenvolvimento de negócio na área da saúde na Polónia. Ressalvo a seguinte parte:
"Algumas empresas Portuguesas que tiveram um grande sucesso na polónia, não o descobriram na primeira tentativa. Este é o primeiro ponto que gostaria de analisar. A entrada num mercado externo raramente é bem sucedida à primeira. É normalmente necessário mudar de estratégia a meio caminho para atingirmos o nosso sucesso. O importante é não desistir e desde do início estar preparado para falhar, não só emocionalmente como financeiramente. Se não temos um orçamento que sustente um primeiro ou até segundo falhanço, podemos estar a gastar dinheiro sem alcançar qualquer resultado, por isso tenha capital reservado para possíveis fracassos.
Entender a realidade do mercado é outro dos grandes desafios. Só se entende um mercado se lá estivermos, ou se lá formos de forma regular. Não podemos pensar que os outros mercados operam como o nosso, na forma de fazer negócios, nos prazos de decisão, no tipo de decisor, etc."