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domingo, 2 de setembro de 2012

Mota Engil Central Europe residencial em Wroclaw


A Mota Engil Central Europe vai iniciar um novo projecto para a construção de um edifício residencial em Wroclaw chamado City Island. Composto por 7 pisos, 76 apartamentos com áreas que vão desde 27 a 111m2 de área útil, está a cerca de 15 minutos a pé da praça central da cidade. 

segunda-feira, 5 de março de 2012

Zlota 44 Varsóvia - arranha céus residencial



O Zlota 44 já está quase a atingir o seu topo. Um edifício predominantemente residencial com 192 metros de altura e 54 pisos mesmo no centro de Varsóvia. 

sexta-feira, 2 de março de 2012

Tendências imobiliário Polónia 2012

Baseado no Emerging Trends in Real Estate Europe 2012 elaborado pela PwC e o ULI, coloco a tradução de uma das partes mais relevantes, dedicada à análise do mercado de Varsóvia:
" Varsóvia pode estar na 3ª posição do ranking das cidades este ano, mas os estrangeiros têm uma maior crença no mercado do que os investidores domésticos. A economia estável de Varsóvia é o seu maior trunfo. Em 2011 a Polónia superou a Rússia como o mercado mais atraente para investimentos estrangeiros em imobiliário.
Ao antecipar a crescente importância de Varsóvia como o centro financeiro para a região da Europa do Leste, o maior foco está no mercado de escritórios de Varsóvia. Mas no retalho Varsóvia também obtém uma muito boa avaliação. É sem dúvida uma localização chave para as grandes marcas internacionais, taxas de desocupação extremamente baixas (abaixo de 1% em Setembro) e um défice de oferta estão a exercer pressão para subida das rendas. A dificuldade dos promotores em financiar projectos de retalho faz com que estas restrições de oferta se venham a manter por algum tempo mais.  
Além de ser um mercado com uma boa performance na região da Europa Central e de Leste devido a uma forte procura doméstica e crescimento robusto durante 2011, a Polónia foi o único país da União Europeia a evitar a recessão em 2009. “Varsóvia é onde todos querem estar neste momento” disse um dos inquiridos. Um outro gestor  europeu de fundos referiu que angariar capital para a Polónia tem tido sucesso junto dos investidores.
Mas o sentimento dos entrevistados que estão baseados na Polónia foi mais reservado. Existe a preocupação sobre como o abrandamento do crescimento da região irá afectar o país. Reflectindo uma análise de negócios mais alargada e os dados do mercado de trabalho, as expectativas de que a economia da Polónia irá abrandar a partir do segundo trimestre do ano fizeram os economistas reduzir em Novembro a taxa de crescimento esperada do PIB para 2012 de 3,2% para 2,5%.
“ Varsóvia continua a ter uma grande procura devido à elevada migração laboral e uma demografia a seu favor. Porém, existe uma baixa taxa de crescimento dos salários e o optimismo da sociedade não é alto”. Um investor baseado na Europa Central pensa que a compressão das yields terminou: “Muitos acorreram ao mercado imobiliário de Varsóvia, o que pode levar a sobreaquecimento.” . “A actualidade é incerta e ninguém sabe o que irá acontecer. A realidade pode atingir-nos. Tudo irá depender da disciplina dentro da Zona Euro.”
O financiamento bancário limitado é uma preocupação para este mercado como nos outros. Apesar dos bancos locais terem disponibilidade financeira e acesso a dívida, existe o receio que as casas-mães desses bancos locais comecem a retirar dinheiro para os seus mercados nos próximos meses. Por isso, apesar do optimismo generalizado neste inquérito, os entrevistados locais não vislumbram maiores perspectivas para a sua cidade em 2012 face a outras localizações. Aqueles com bons projectos ou novos projectos com uma elevada pré-locação serão capazes de refinanciamento, ao passo que outros irão enfrentar dificuldades. Os investidores especulativos não irão aceder a dívida a não ser que o imóvel esteja muito bem localizado e os promotores estão a resguardar-se e a avaliar melhor de que forma o mercado polaco será afectado em 2012.
“ É uma altura para uma observação cuidada. Nós não estamos a planear iniciar projectos com elevado risco.” Um outro entrevistado disse que “2011 foi um ano muito bom para o nosso negócio, mas estamos a preparar-nos para tempos mais difíceis. A primeira metade de 2012 não será tão má e o financiamento bancário ainda poderá ser conseguido, mas antecipamos um agravamento da situação na segunda metade do ano”.
O sector residencial em particular é apercebido pelos entrevistados como um sector de alto risco devido ao excesso de oferta e espera-se que os preços venham a cair no decorrer do ano. Esta preocupação é reflectida nos dados deste inquérito, onde o sector residencial de Varsóvia ocupa a metade da tabela no ranking das cidades analisadas. “Os preços no mercado residencial irão cair pelo menos 10%.”"

domingo, 20 de novembro de 2011

sábado, 24 de setembro de 2011

Imobiliário Residencial Polónia - características I

Quando se trata de analisar o mercado imobiliário residencial na Polónia, existem algumas diferenças face ao que é normal em Portugal. Em suma, as mais importantes são:
- regra geral, os acabamentos são entregues aos clientes em bruto. Ou seja, tudo o que são acabamentos (pavimentos, revestimentos, cozinha, sanitários, portas interiores, pintura final, electricidade interior, etc) são por conta do cliente. Assim, as consequências disto são várias, das quais se destacam:  a) assim é muito mais fácil e rápido para um promotor concluir um edifício. b) cada cliente assim consegue personalizar o apartamento como queira, assim como poupar algum dinheiro se for ele ou familiares a fazerem as obras finais   c) assim, o factor qualidade de acabamentos de cada edifício reside maioritariamente nos exteriores, não existindo como em Portugal a longa lista de acabamentos como a cozinha da marca Xpto com electrodomésticos Y, o chão em sucupira, a coluna de hidromassagem, etc, etc. 
- Na Polónia, ao contrário de Portugal, a questão das áreas de cada apartamento é muito mais clara. Na Polónia o que se fala sempre é em PUM (powierzchni użytkowej mieszkania) que grosso modo é a área útil do espaço utilizável do interior de um apartamento. Em Portugal fala-se em área bruta de construção, área bruta dependente, área bruta privativa, área útil e mais umas quantas. 
- Ligado com os dois pontos anteriores, a comparação entre apartamentos de diversos apartamentos fica muito mais facilitada, pois na ausência de acabamentos interiores, o principal factor distintivo é mesmo a localização. Desse modo é muito comum usar-se o termo de comparação do preço por metro quadrado útil e também é normal ver isso nas páginas dos próprios empreendimentos e para cada apartamento.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Nowy Swiat - Polónia é 41ª rua mais cara do mundo



A rua mais cara em termos de espaços para comércio na Polónia é como não podia deixar de ser a Nowy Swiat, em Varsóvia. Ficou na 41ª posição, com a renda de cada m2 a custar 1020 euros anuais. Isto de acordo com o ranking “Main Streets Across the World” da consultora Cushman & Wakefield que monitoriza as rendas de 278 localizações de comércio em 63 países diferentes e o 'ranking' apresentado baseia-se no valor da renda anual mais elevado em cada país analisado, não incluindo os custos de condomínio, impostos locais e outras despesas de ocupação. Tem por base os valores das rendas 'prime' de retalho até Junho.   
Pelo décimo ano consecutivo, a 5ª Avenida em Nova Iorque continuou a ser a localização de retalho mais cara do mundo. Na cidade norte-americana as rendas subiram 21,6% no último ano para 16.704 euros por m2 ao ano. O segundo lugar continua a ser ocupado pela Causeway Bay, em Hong Kong (14.426 euros anuais por m2), e Ginza, em Tóquio, surge na terceira posição. Aí, cada m2 pode ser arrendado por 7.749 euros/m2.
Na Europa, a New Bond Sreet, em Londres, desceu duas posições no 'ranking', da quarta para a sexta posição, e os Champs-Élysées, em Paris, são actualmente a mais cara localização na Europa. As rendas anuais são de 6.901 e 7.364 euros/m2, respectivamente.
O Chiado, em Lisboa, surge na 42ª posição, a mesma classificação da edição anterior, com a renda de cada m2 a custar 960 euros anuais. 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Evolução da oferta do imobiliário residencial na Polónia

De forma simples, encontram-se abaixo alguns gráficos que permitem observar as evoluções ocorridas no mercado imobiliário residencial na Polónia nos últimos anos. No primeiro gráfico podemos ver a evolução do número de licenças de construção (tendo por comparativo a situação de Portugal).

Fonte: REAS e CBRE
No segundo gráfico estão os valores referentes ao número de unidades novas disponíveis nas mais relevantes cidades da Polónia (Varsóvia, Cracóvia, Gdansk-Gdynia-Sopot, Wroclaw, Poznan e Lodz) relativas ao ano de 2010.

Fonte: REAS e CBRE
Por último, a demonstração da mudança que houve (neste caso somente com dados para Varsóvia) relativamente ao perfil de quem promoveu imobiliário residencial, tendo-se verificado uma grande diminuição do peso das cooperativas e um aumento do peso dos promotores imobiliários.
Fonte: CBRE

domingo, 6 de março de 2011

Tendências do imobiliário na europa 2011: perspectiva da Polónia

Saiu recentemente o relatório “Emerging Trends in Real Estate – Europe 2011”, elaborado pela Pwc e pelo ULI, que abarca os mercados de escritórios, retalho, industrial, residencial e hóteis.
Algumas das palavras sobre Varsóvia foram que à semelhança de 2010, o seu desempenho é visto como podendo ser mais dinâmico que os restantes mercados imobiliários da CEE (Europa Central e de Leste), particularmente devido à melhoria da situação alemã. Um dos comentários de um entrevistado foi que: “a procura está a crescer e vai exceder a oferta, pois a oferta é limitada devido às restrições dos bancos não estarem dispostos a financiar novos projectos.”. Mas mesmo assim é necessária alguma cautela devido à Polónia estar “na moda”.
Sobre Lisboa, existem só duas frases lacónicas. “ Os entrevistados têm pouco de positivo para referir acerca da economia e da perspectiva do mercado imobiliário local. Não parece que haja possibilidades para investidores oportunistas (ao invés do mercado espanhol que tem algumas oportunidades nesse ponto).”
Os gráficos são suficientemente claros sobre qual o ponto de situação em cada um dos mercados (Varsóvia vs Lisboa).

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Centros Comerciais na Polónia

Já por aqui referi o mercado dos centros comerciais na Polónia. E também julgo já ter dito que é um mercado em franco crescimento. Há cerca de uns quatro meses abriu em Cracóvia finalmente um centro comercial ao qual nós estamos habituados pela sua dimensão (tem 270 lojas por três pisos, e a titulo de comparação o Almada Forum tem 260), e com quase todas as marcas que há em Portugal (Zara, H&M, C&A, Pull & Bear por exemplo). Regra geral, os preços destas lojas são os mesmos ou mais caros do que em Portugal, pois por exemplo na Polónia a Zara tem um posicionamento mais elevado. Isso pode também explicar o facto de que vejo menos pessoas no centro comercial, e também andam com menos sacos na mão.
Nos centros comerciais em já estive, noto algumas diferenças em relação a Portugal. Os supermercados-âncora são mais pequenos, as dimensões das lojas também o são e o mais óbvio mesmo é a área de restauração. Por exemplo, em centros comerciais do tamanho de um Vasco da Gama, podem existir menos de 10 sítios para almoçar/jantar. Especificamente no caso do Galeria Krakowska, há algumas particularidades: não existe estacionamento subterrâneo (ao invés é ao lado e no topo do edifício; por causa disso o supermercado fica no último piso!; e a área central de restaurantes (10 +-) fica exactamente no meio do último piso (num ponto de passagem) existindo ainda alguns restaurantes no rés-do-chão.http://www.galeria-krakowska.pl/index2.php
Fonte: Adaptado artigo de 24.03.2007 em www.divinapolonia.blogspot.com.