Mostrar mensagens com a etiqueta Distribuição. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Distribuição. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Luis Amaral, Eurocash e Bloomberg Billionaires Index

" In 2003, Luis Amaral bought Eurocash SA (EUR), a Warsaw-based grocery business, for 120 million Polish zlotys ($30 million). The operation was losing money. Competitors were taking market share. Its owner, Jeronimo Martins SGPS SA, the Lisbon-based retail operation controlled by billionaire Alexandre Soares Dos Santos, wanted nothing to do with it.
Today, Eurocash is Poland’s biggest distributor of non- durable goods, with 19 percent of the market. The company’s value has surged more than 15-fold since selling shares in an initial public offering in 2005, helping Amaral, the 51-year-old chief executive officer and Portugal native, amass a $1.1 billion fortune, according to the Bloomberg Billionaires Index. Amaral’s 44 percent stake in Eurocash, which sold about 7.8 million lollipops and 3 million bottles of champagne last year, is valued at about $910 million. He has collected about $220 million in dividends and stock sales since the public offering, according to data compiled by Bloomberg, and has never appeared on an international wealth ranking.

“He’s a visionary who created a custom-built business for the Polish market,” said Jakub Krawczyk, a Vienna-based analyst at Raiffeisen Centrobank AG in a phone interview on Jan. 9. “Eurocash has helped traditional retailers to survive against the onslaught of giant supermarkets.”  “We don’t comment on his personal wealth,” said Jan Domanski, the company’s head of investor relations, in a phone interview on Jan. 9. “He is a very private person.”
Eurocash, whose wholesale stores sell grocery items, alcoholic beverages and other supplies, saw revenue increase 68 percent to 12.4 billion PLN in the first nine months of 2012 from a year earlier. About half of Eurocash’s sales are generated from independent grocery stores, an important element of most Polish communities.
The company’s growth comes amid increased competition from international hypermarket chains such as Tesco Plc, the biggest food retailer in the U.K., and Carrefour SA (CA), the world’s second- largest food seller. Carrefour, which has 248 supermarket and hypermarkets in Poland, announced plans to build 200 smaller stores in the country in July.
“The large chains are non-Polish owned and mom-and-pops are very frightened of the hypermarket invasion,” Charles Allen, an analyst for Bloomberg Industries in Princeton, New Jersey, said by phone. “Eurocash is listed in Poland and offers a defense.”

Eurocash also operates its own retail stores. Many Poles are loyal to their corner shop, preferring to buy milk, vegetables and other household goods there instead of at the larger hypermarkets.
Amaral moved to Poland from Portugal in 1995 to work for Jeronimo Martins, where helped establish Biedronka, now the country’s largest discount retail chain. He left moved to South America in 2000, eventually settling in Brazil, where he became a partner in a private equity firm.
In 2003, Amaral returned to Poland to buy Eurocash. Jeronimo Martins was struggling to recover from a faulty implementation of productivity and accounting software that threatened to destroy its business, and sold Eurocash to focus on its expanding Biedronka chain, Allen said. “The whole of Jeronimo Martins was in bad shape,” he said. “A lot of people didn’t think Eurocash would survive.”
Eurocash had 48 stores when Amaral purchased it in a management buyout. He focused on expansion, using the company’s profits to finance acquisitions, buying Premium Distributors, the biggest alcoholic beverages distributor in Poland, in 2010 from Warsaw-based Central European Distribution Corp. (CEDC)
A year later, Amaral paid 1.1 billion PLN for the Tradis distribution unit of Warsaw-based retail distributor Emperia Holding SA. The company opened its 150th Eurocash Cash & Carry store in Poznan, Poland this month.
Amaral is expanding beyond food. In September, Eurocash agreed to buy at least 25 percent of cosmetics maker Polbita- Interchem Group for an undisclosed sum from Warsaw-based a private equity firm Resource Partners Holdings."
Fonte: http://www.bloomberg.com

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Eurocash no WIG20?

" O Grupo Eurocash poderá em breve fazer parte do índice WIG20, que inclui as 20 maiores empresas na Bolsa de Varsóvia.
Como um dos líderes no mercado polaco de distribuição, tem apresentado alguns resultados excepcionalmente fortes recentemente, não sendo por isso de admirar então, que muitos analistas têm praticamente a certeza de que o Grupo Eurocash se irá juntar ao WIG20 a 15 de março de 2013. A Warsaw Stock Exchange anunciará quaisquer alterações à composição do seu índice principal nos primeiros dias de fevereiro."
Fonte: http://wbj.pl

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Eurocash - resultados 1º trimestre 2012


Com o acordo que foi assinado no início do ano para a compra do Grupo Tradis por parte do Grupo Eurocash por um total de 1096 M Pln, o Grupo Eurocash aumentou e muito a sua dimensão, tornando-se desta forma o maior operador grossista na Polónia. Só o Grupo Tradis (que inclui a Tradis, DEF, Ambra, Retail Concept, Euro Retail, Retail Service Partners e a Holding Leviatan) detia sete centros de distribuição, 57 armazéns e uma rede de franchising em redor de 4500 lojas independentes. 
Com esta aquisição, o Grupo Eurocash fica com uma rede de franchising para cerca de 9000 retalhistas, ganhando escala e reduzindo custos de modo a poder ser mais competitivo para combater as outras redes de supermercados e hard-discount.
Olhando para o último relatório de contas, referente ao 1º trimestre de 2012, do Grupo Eurocash podemos verificar que:
- Cash & Carry: Vendas totais de 864 M Pln (216 ME), crescimento face ao 1º trimestre de 2011 foi de 21,1%. Em Março de 2012 o nº de lojas abc associadas era de 4748 lojas.
- Delikatesy Centrum: Vendas de 335 M Pln (84 ME) e 676 pontos de venda.
- Produtos de tabacaria: Vendas de 593 M Pln (148 ME).
- Premium Distributors: Vendas de bebidas alcoólicas 426 M Pln (106,5 ME).
- Eurocash Dystrybucja: Vendas de catering para bombas de gasolina e canal Horeca de 156 M Pln. (39 ME)
-  Grupo Tradis: Vendas de 1336 M Pln (334 ME).
Ou seja, se os restantes 3 trimestres de 2012 tiverem um volume de vendas similar, a extrapolação simples para previsão de vendas totais em 2012 é de 14.000 M Pln. Que é como quem diz 3710 ME.  

quinta-feira, 8 de março de 2012

Jerónimo Martins Polónia - Biedronka aumenta resultados 2011

" O grupo Jerónimo Martins (JM) obteve, em 2011, vendas de 9,838 mil milhões de euros, representando um crescimento de 13,2% face aos 8,691 mil milhões de euros obtidos no exercício de 2010.
No que diz respeito aos lucros líquidos, a JM obteve 340 milhões de euros, correspondendo a uma evolução de 21,1% face ao ano anterior, destacando os responsáveis a dívida “praticamente inexistente do grupo” onde a JM reduziu a mesma para 227 milhões de euros significando um gearing de 16% contra os 51% de 2010. Quanto ao EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortizações), verificou-se uma subida de 15,3% para os 721,6 milhões de euros.
Na operação da Jerónimo Martins, destaque para a polaca Biedronka que registou um crescimento nas vendas de 20,4% para os 5,787 mil milhões de euros, representando já 58,8% das receitas globais da companhia, merecendo, natural, evidencia por parte de Pedro Soares dos Santos, referindo que “a Polónia é a grande prioridade da Jerónimo Martins”, salientando o plano de investimentos existentes para esse mercado até 2015.
Essa aposta está bem espelhada na percentagem do CAPEX atribuída à Polónia, país que recebeu 70% dos 449 milhões de euros investidos pela JM em 2011 (cerca de 312 milhões de euros. Do valor total de investimento, 51% foi destinado ao plano de expansão da Biedronka, ficando os restantes 19% entregues à remodelação de lojas.
Ao longo do exercício de 2011, a JM abriu 239 novas lojas e remodelou 99 pontos de venda, traduzindo isto numa nova loja a cada 36 horas, permitindo ao grupo reforçar a liderança no mercado polaco e terminar o ano com 1.873 unidades, com 25 % das aberturas a acontecerem em grandes cidades.
Na conferência de imprensa o CEO da JM salientou a alteração dos hábitos alimentares dos consumidores polacos, evidenciando-se, também, o aumento, em termos de volume, do peso da Fruta e Legumes no “cabaz-tipo”, referindo que na Polónia, mais de 90% dos produtos alimentares são comprados a fornecedores polacos, com o leite, produtos lácteos artigos de padaria a atingirem os 100%.
Ponto destacado, igualmente, pelos responsáveis da JM foram as compras que a companhia tem vindo a aumentar a fornecedores portugueses para abastecer as lojas Biedronka, evidenciando-se os vinhos (2,5 milhões de litros em 2011), queijos, tostas, fruta e vegetais e azeite, contribuindo para o aumento das exportações portuguesas.
No final do ano, este valor ascendia a mais de 62 milhões de euros, representando um aumento de 14% face a 2010.
Alexandre Soares dos Santos enfatizou, de resto, o ponto da exportação e da contribuição da Jerónimo Martins para as parcerias com os produtores nacionais, explicando que “exportação é estar lá e investir no país. Os produtores portugueses têm de perceber de uma vez por todas que terão de adaptar os seus produtos aos gostos do consumidor local e não querer vender o que querem”, ressalvando que “não tenho obrigação de comprar produtos portugueses para colocar na Polónia. Na Polónia somos uma empresa polaca. Mas posso dar prioridade aos produtos portugueses caso estes tenham qualidade e se adaptem ao mercado polaca”, disse.
Para 2012, a posição é dividida. Ou seja, se para a nova geografia – Colômbia – o “entusiasmo é grande”, com os responsáveis do grupo a não divulgarem muito sobre o que irá acontecer no país da América Latina, a não ser que “estamos a optimizar o plano para iniciar operações”, adiantando o chairman da companhia que o último trimestre do ano conhecerá as primeiras lojas do grupo, admitindo, no entanto, que “não estamos perante uma segunda Polónia”, é o país de Leste que recebe todas as prioridades.
Assim, dos 650 milhões de euros de investimento previstos para 2012, cerca de 80% serão alocados ao mercado polaco, garantido Pedro Soares dos Santos que “iremos, de certeza, continuar a crescer a dois dígitos” para o qual contribuirão as novas 250 lojas Biedronka que o grupo abrirá.  "
Fonte: www.hipersuper.pt

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sabores de Portugal à conquista da Polónia - SmakiPortugalii no OJE

" Um português e a sua família polaca afirmam o "made in Portugal"neste país do Báltico. SmakiPortugalii é ainda um pequeno negócio, mas está a crescer de forma sustentada. Um exemplo de empreendedorismo.
Gonçalo Franco, 37 anos, lisboeta de gema, e  Marzena Gregier, 31, polaca de Varsóvia, conheceram-se na Internet e casaram. Depois de oito meses a viverem em Jerusalém, por imperativo da especialização dela em Antropologia Cultural, instalaram-se em Varsóvia, no ano de 2005.
Nesta cidade, capital da Polónia, lançaram uma empresa de importação de produtos portugueses, que distribuem em lojas e supermercados por todo o país. Entre as marcas que representam contam-se a Ramirez, Oliveira da Serra, Nicola, Sumol,  BonAppetit (Bom Petisco) e Diatosta.
SmakiPortugalii é um negócio pequeno ainda, familiar, mas tem vindo a crescer de forma sustentada, à medida que dá a conhecer o que de melhor se faz em Portugal e posicionando bem alto as nossas marcas num país cuja população ronda os 40 milhões. Um exemplo de empreendedorismo.

A sua empresa familiar é você e mais quem?
A minha mulher, Marzena Gregier Franco, eu, o meu sogro Zbigniew e o tio da minha mulher, Michal, que faleceu, infelizmente, no início deste ano e que tinha um papel importante na empresa. Também temos alguma ajuda da minha sogra e do meu cunhado. No exterior, colaboram connosco, de forma muito próxima, a jovem Monika Pawlowska, na promoção dos produtos, e o Sr. Leszek Domaradzki, na distribuição local. No entanto, para a distribuição fora de Varsóvia usamos uma transportadora em outsourcing.
Com que marca começaram?
Começámos com Bon Appetit (o Bom Petisco para exportação). Atualmente, aquilo que mais vendemos são produtos Ramirez. Depois, já num patamar mais abaixo, Sumol e Guaraná Antarctica, que, como sabe, é produzido para a Europa exclusivamente pela Sumol+Compal.
Quantas marcas têm agora?
Neste momento, temos nove marcas constantes: Ramirez, Oliveira da Serra, Sumol, Guaraná Antarctica, Diatosta, Bon Appetit, Probar, Primefoods e café Nicola. No entanto, esporadicamente trabalhamos, também, Mestre Cacau, Boa Boca e Frulact. Pensamos vir a  trabalhar com a conserveira do sul (Manná), com a  Flor de Sal Salmarim, de Castro Marim, e com a marca Compal da Sumol+ Compal.
Qual foi a última marca que lançaram?
Não foi um lançamento, porque foi uma encomenda específica, grande, para um só cliente que queria doces. As marcas foram, precisamente, Frulact, Mestre Cacau e Boa Boca.
Como e onde apresentam os produtos?
Diretamente aos clientes, embora frequentemente façamos degustações em lojas e apoiemos eventos culturais com as nossas marcas, de forma a promovermos tudo o que temos. De vez em quando, organizamos loja por um dia e queremos tornar isso mais frequente. Mandamos convites, divulgamos o mais possível e, nesse dia, vendemos os produtos em determinado local a melhores preços. O resultado é duplamente positivo: aparecem pessoas que são fãs das marcas e curiosos que se deixam seduzir. Também enviamos produtos e press release a jornalistas que publicam em jornais, revistas e páginas na Internet.
Ter loja própria é um objetivo?
Pensamos seriamente nisso. Tentamos ir passo a passo, porque somos pequenos e não queremos dar os passos errados. Num futuro próximo, planeamos abrir uma loja on-line.
Contam com algum tipo de apoios?
Não temos qualquer tipo de apoio a não ser, esporadicamente, das marcas que, nesta altura de crise, fazem o que podem, mas que não podem muito.
Qual está a ser a recetividade dos polacos aos produtos portugueses?
Os polacos desconhecem Portugal enquanto fabricante de produtos de qualidade. É difícil explicar-lhes que podem ter a melhor qualidade a um preço interessante quando há  a ideia de que o que é italiano é que é bom. Mas a maioria dos que provam os nossos produtos fica muito surpreendida e torna-se leal às nossas marcas. Temos uma fã no Facebook, por exemplo, que diz que não vive sem Sumol. Outra que diz que bebe hectolitros de café Nicola! Temos um outro fã que diz comer duas latas de sardinha Ramirez por dia e tivemos um cliente que nos comprou, diretamente, 600 latas de sardinha.
Do vosso portefólio, qual é o produto mais bem sucedido?
Aquilo que mais vendemos de longe são as sardinhas Ramirez. Os polacos nunca viram nem provaram sardinhas como as nossas. Quem compra, nunca mais pára de comprar. O slogan da nossa empresa é precisamente "percebes quando provares".
Está nos vossos propósitos alargar o leque dos produtos que comercializam?
Sim, claro. Mas queremos vender o que os polacos procuram, e não o que os portugueses acham que os polacos querem comprar.
Que outros produtos poderão interessar-vos?
Flor de Sal, conservas ainda mais gourmet, Compal, cujo processo já começámos, e em breve esperamos ter cá a marca.
Quanto custa, por exemplo, uma garrafa de azeite Oliveira da Serra na Polónia?
Pode custar entre 25 e 35 zloty (entre 6,5 e 8,5 euros), depende das lojas e da variedade. Temos tudo, do Oliveira da Serra mais comum ao gourmet, passando pelo BIO, além das azeitonas e dos vinagres.
Quais são os vossos objetivos a médio, longo prazo em termos de desenvolvimento do negócio?
Queremos crescer. Há dois anos tivemos uma queda de 5%, mas o ano passado (2011) já vendemos mais 7%. Queremos crescer todos os anos, simplesmente, se possível mais ainda.
Como é um dia de trabalho a promover e comercializar produtos portugueses?
Nenhum dia é igual ao outro. Basicamente, um dia normal de trabalho é feito de visitas a clientes, reposição de stock, visitas a clientes potenciais, contactos com as fábricas para encomendar e resolver várias questões, pesquisa de produtos, atividade constante na Internet, resolução de questões técnicas menos interessantes, há muitos detalhes a controlar, na logística, distribuição, promoção, etc... Tudo repartido, sobretudo, entre mim e a minha mulher, que é quem mais trabalha de nós todos. 

UMA PALAVRA... SAUDADE
"Sinto muita saudade de Portugal", sublinha Gonçalo, que levou para a Polónia tudo o que podia, incluindo a televisão por satélite, mas com todos os canais, como cá, e fala constantemente em português por telefone, tal como ouve música portuguesa quase sempre... Enfim, "estou em constante contacto", diz. Por outro lado, confessa: "Faz-me muita falta estar simplesmente nas ruas de Lisboa, sentir o cheiro e respirar o ar... gosto de andar pela Baixa, pela Bica, pelo Bairro Alto, por Alfama, ir às lojas tradicionais, entrar em todo o lado. Conheço verdadeiras relíquias... vivo a minha cidade a 100%. Passeio muito por Portugal, todos os anos experimento lugares novos". Gonçalo vem a Portugal uma ou duas vezes por ano e passa pelo menos, no total, um ou dois meses por ano cá... a matar saudades.
CONTACTOS www.smakiportugalii.pl    www.facebook.com/SmakiPortugalii    www.gregier.com.pl
P.P.H. Gregiers.c. Tel. +48 600 00 40 33    F ax +48 22 673 4607    ul. Roty, 18  04-447 Warszawa  "
Fonte: www.oje.pt

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

500 maiores empresas CEE - Europa Central e de Leste

No ranking da Coface para determinar as 500 maiores empresas da Europa Central e de Leste, verifica-se que a Jerónimo Martins ocupou em 2010 a 7ª posição, sendo que excluindo aquelas a actuar no sector da Energia, só a Skoda ficou à frente.
Muito bem classificada está também a Eurocash, na posição 58. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Primores do Oeste na Polónia

" A União faz força. A frase veste na perfeição os Primores do Oeste.
“São cem agricultores, que são accionistas e produtores”, explica Jorge Camilo, director de produção desta empresa que foi criada em 1999 e que, apesar das intempéries e da crise, continua a crescer.
Os agricultores produzem nas suas terras e depois distribuem e vendem a partir daquele ponto central. A Primores do Oeste exporta entre 50 a 60% daquilo que produz.
A maior parte vai para Espanha, Alemanha, França e Polónia, onde já tem uma sucursal: “É uma sucursal dos primores, uma plataforma logística, um armazém de onde emana parte das exportações que fazemos. Pode haver exportação directa para os clientes, como também pode haver para essa plataforma que depois faz a circulação do comércio tradicional na Polónia e nos países limítrofes”.
No imediato, empresa quer consolidar a posição na Polónia. No futuro, há mercados extracomunitários à espreita."

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Jerónimo Martins investirá na Polónia 1500 MEuros entre 2012 e 2014

" A Jerónimo Martins (JM) vai investir 2,2 mil milhões de euros entre 2012 e 2014, dos quais 70% vão ser canalizados para a Polónia, refere o documento que será apresentado hoje no Dia do Investidor. A retalhista quer reforçar a sua liderança no mercado polaco "por via da aceleração do ritmo de novas aberturas de loja, suportado por estruturas regionais descentralizadas".
(…) A empresa liderada Pedro Soares dos Santos disse também que, para além dos investimentos a efectuar na unidade retalhista polaca Biedronka (Joaninha em português), a nova aposta do grupo será a Colômbia, onde estão previstos investimentos de 400 milhões de euros.
(…) Em relação à Polónia, o principal motor de crescimento do grupo, "a maximização do potencial da Biedronka mantém-se como a grande prioridade estratégica", com o objectivo de chegar às 3 mil lojas em 2015."
Fonte: www.oje.pt 

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Jerónimo Martins - Emperia afinal não interessa

" O grupo liderado por Pedro Soares dos Santos afastou a hipótese de comprar a cadeia de retalho polaca Emperia.
Em declarações à Bloomberg, fonte oficial da Jerónimo Martins afirmou que a esta operação "não seria interessante porque o número de sobreposições é elevado e acabaria por não complementar a nossa rede actual".
Na passada sexta-feira o jornal PAP noticiava que a JM poderia avançar com a compra da cadeia polaca, citando o administrador para a Polónia, Pedro Pereira da Silva"
Fonte: www.economico.pt

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Jerónimo Martins - Emperia é retalhista interessante para compra

"O administrador do grupo Jerónimo Martins para a Polónia admite lançar uma oferta de compra pela Emperia.
Pedro Pereira da Silva afirmou ao jornal polaco PAP que a empresa estará a equacionar lançar uma oferta de compra sobre a retalhista Emperia, especialista na venda de produtos alimentares, farmacêuticos e cosméticos. Esta empresa polaca detém uma cadeia de supermercados, mercearias, ‘cash & carries' e centros logísticos.
Na Polónia a Jerónimo Martins assume-se como líder de mercado através da marca de ‘hard discont' Biedronka que conta com mais de 1.700 lojas a funcionar. A Polónia já representa cerca de 60% do volume de vendas do grupo liderado por Pedro Soares Santos."
Fonte: www.economico.pt  
Fazem parte da Emperia, por exemplo: 
Lewiatan, rede de franchising de retalho com mais de 2700 lojas e pontos de venda (mini-mercado).
Milea, rede de franchising de lojas delicatessen com mais de 60 lojas.
Stokrotka, cadeia de supermercados fundada em Lublin, com mais de 150 lojas por toda a Polónia.
Maro Markety, rede de lojas de delicatessen com cerca de 18 lojas.
Euro Sklep, rede de franchising com 600 supermercados.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Biedronka e Zatoka - Jerónimo Martins estuda aquisição

" O Grupo Jerónimo Martins quer adquirir parte dos activos da cadeia Zatoka, confirma Concorrência polaca, que está a avaliar o dossiê. O grupo Jerónimo Martins pode estar em vias de somar mais uma dezena de unidades ao seu parque retalhista na Polónia, que em Junho passado já ia nos 1707 supermercados. Com a aquisição de parte da cadeia Zatoka reforça a presença da Biedronka no Norte do país"
Fonte: www.negocios.pt
Refira-se que esta cadeia de supermercados (Zatoka), presente na Tri-cidade ( Gdańsk, Gdynia e Sopot) tem actualmente 30 lojas. Não se julgue porém que a presença da Biedronka é fraca nestas cidades. Em Gdańsk tem 28 lojas, em Gdynia 12 e em Sopot são 2. Afinal de contas, trata-se de uma zona com uma população de quase 800.000 pessoas.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Polónia motor Jerónimo Martins - lucro cresce 41,4% no 1º semestre



O lucro da Jerónimo Martins, dona dos supermercados Pingo Doce, cresceu 41,4% no primeiro semestre deste ano face ao mesmo período do ano passado, tendo o resultado líquido atribuível atingindo os 144 milhões de euros.
O grupo explica o crescimento dos seus resultados semestrais com a "notável evolução da Biedronka [marca com que a empresa portuguesa está presente na Polónia]", referindo que o negócio naquele país " continuará como o motor do forte crescimento esperado para o grupo em 2011".
Em comunicado hoje divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), antes da abertura dos mercados bolsistas, a empresa adianta que as vendas consolidadas no primeiro semestre cresceram 17,5% para 4,7 mil milhões de euros, enquanto o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) aumentou 24,4% para 311 milhões de euros.
A Jerónimo Martins acrescenta que a dívida consolidada ascendia a 504,3 milhões de euros no final de Junho."
Fonte: www.oje.pt

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Controlvet pretende parceria na Polónia

"A Controlvet, que opera na área da segurança alimentar, está a adquirir 50% de uma empresa na Polónia. O objectivo, diz João Cotta, presidente da empresa, "é aproveitarmos o facto da Jerónimo Martins ser nossa cliente em Portugal e poder vir a sê-lo também para o mercado polaco". Em declarações ao Diário Económico, à margem da conferência Portugal Inovador- Estratégias Empresariais de Sucesso, o empresário adiantou que "no fundo trata-se de aproveitarmos a boleia de um importante grupo que está bem implantado no mercado polaco". De resto, a Controlvet já anteriormente se instalou em Espanha, aproveitando o facto de outra parceira, a Ibersol estar naquele mercado.
A nova empresa, que já está escolhida, deverá estar a operar em Janeiro de 2012 sob a batuta da Controlvet e requer um investimento de 500 mil euros.
João Cotta adianta ainda que "os nossos futuros parceiros já estiveram em Portugal e houve uma grande empatia entre as duas empresas. Penso que estão criadas as condições para que se estabeleça uma ‘joint-venture de sucesso". E reforça a ideia defendida durante a conferência: "estamos a falar de uma parceria de 50%-50% porque, assim, ambas as empresas são igualmente responsáveis e terão níveis de empenho semelhantes".
A empresa polaca tem um volume de facturação de 3 milhões de euros. João Cotta, diz que "estamos a falar de uma pequena empresa que opera na área da segurança alimentar"."

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Jerónimo Martins Polónia - evolução da Biedronka

Usando apenas a informação oficial dos sites da Jerónimo Martins e da Biedronka, em resumo esta foi a cronologia da actividade da empresa na Polónia:
- 1995: Compram uma rede de cash&carry polaca chamada Eurocash. Em Portugal já tinham experiência com o Recheio, pelo que adquiram em conjunto com os seus parceiros ingleses da Booker (líderes no mercado grossista alimentar) as 48 lojas polacas de cash&carry;
- 1997: Compram a cadeia de lojas de desconto Biedronka. No total foram 243 lojas;
- 1998: Adquirem aos parceiros ingleses a sua quota no Eurocash;
- 2000: Maioritariamente através da abertura de novas lojas (só 57 foram compradas a um concorrente) terminam o ano com 589 lojas, tendo necessidade de encerrar 75 lojas;
- 2004: Vendem o Eurocash através de um Management Buy Out, focando-se somente na Biedronka;
- 2007: Em Setembro desse ano, abriram a sua loja Biedronka nº 1000 e já contavam com 6 centros de distribuição; 
Actualmente, também graças à aquisição em 2008 de 210 lojas Plus (grupo alemão Tengelmann), já contam com mais de 1650 lojas.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Vinho verde na Polónia

"Os supermercados da Jerónimo Martins (JM) e da Auchan na Polónia deverão receber em breve um conjunto de acções promocionais dos vinhos verdes portugueses. A iniciativa é uma forma de impulsionar as exportações nacionais que, no último ano, atingiram o valor recorde de 36 milhões de euros.
Para o presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), Manuel Pinheiro, a "Polónia é um novo mercado que estamos a tentar abrir" e "é importante para que aumente o volume de venda, pois não temos para já a expectativa de vir a gerar uma receita fantástica".
O mercado polaco - que no último ano representou 318 mil euros de vendas, será assim o novo alvo das empresas portuguesas de vinho verde. Neste momento, a CVRVV "está a negociar condições" com a JM (explora na Polónia a rede Biedronka) e a Auchan (marca Jumbo) para realizar acções de promoção nas suas lojas. Essas acções, contudo, não podem integrar provas já que a lei polaca proíbe degustações no ponto de venda, explicou Manuel Pinheiro."
Fonte: http://economico.sapo.pt

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Biedronka

Se se olhar com atenção para esta foto, consegue-se ver uma loja da Biedronka (http://www.biedronka.pl/). Para quem não saiba, esta cadeia de lojas de hard-discount pertence ao Grupo Jerónimo Martins, e de acordo com dados de 2005, era só o maior retalhista na Polónia, com uma quota de mercado de uns (não) impressionantes 2,83% (já deu para perceber então o quão fragmentado é ainda este mercado na Polónia). Mais sabendo que estão presentes na Polónia grupos como o Tesco, Carrefour ou o Auchan. Mas quando questionados se sabem que a Biedronka é portuguesa, quase todos os polacos ignoram isso. O mesmo não acontece em relação à razoável publicidade negativa que esta empresa tem na Polónia, fruto de alguns problemas laborais. Sem ter muito conhecimento de causa, e indo para o campo das teorias da conspiração, apostava que há ajudinha francesa e alemã nesta publicidade negativa. Já agora, no top 10 em termos de quotas de mercado em 2005 consta outra empresa gerida por portugueses (http://www.eurocash.com.pl/), que como o nome deixa entender é um cash&carry. Nada mau.
Mas voltando à Biedronka, julgo que esta foto que tirei em Poznań é reveladora do seu habitat preferido: subúrbio, sem muitas lojas à volta e com prédios, muitos prédios em redor. Em termos de metros quadrados, e para usar uma referência conhecida em Portugal, é equivalente ao Lidl, se bem que acho que em termos de organização de loja seja melhor que este. Os preços, como já referi, são para arrasar e até o slogan: "Codziennie niskie ceny" é familiar se for traduzido para o "Preços baixos todos os dias". Produtos portugueses, bem isso não se vê muito. Umas pêras-rocha, acho que também umas cerejas e acho que deve ser quase tudo tuga que entra nesta loja. Felizmente para mim não moro num subúrbio, senão era certinho que iria a uma Biedronka.
Fonte de dados: PMR report "Grocery retail in Poland 2006"
Artigo publicado originalmente em 26.02.2007 in http://www.divinapolonia.blogspot.com/.