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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Latin Polish Advanced Executive Course

" O IPAM vai formar executivos portugueses que pretendam investir no mercado polaco.
A Polónia tem sido sucessivamente apontada como das economias mais dinâmicas da União Europeia e são cada vez mais as empresas portuguesas a colocar este destino nas suas rotas de internacionalização. A pensar nestas empresas e nos seus empresários, o IPAM - The Marketing School prepara-se para lançar naquele país uma formação dedicada a executivos portugueses que ambicionem apostar no mercado polaco. O Latin Polish Advanced Executive Course, tem inicio ainda este mês e vai, segundo Luís Schwab, coordenador do curso, permitir a profissionais portugueses obter formação no território polaco e contactar fisicamente com a realidade de uma das economias mais emergentes no espaço europeu.
Empresas como a Mota Engil, Jerónimo Martins, ColepCCL e Cifial já estão presentes em território polaco. A meta do IPAM com este curso é replicar estes exemplos e assegurar a sua taxa de sucesso, ao mesmo tempo que - pela via do intercâmbio - se estimula o investimento de multinacionais polacas em Portugal. O Latin Polish vai funcionar em regime misto, com turmas que reunem empresários portugueses e polacos, e tem duração de 240 horas. De acordo com o coordenador do curso, o Latin Polish centra-se nas relações económicas bilaterais e pretende revelar, a futuros investidores, tendências e caraterísticas específicas de Portugal e da Polónia, ainda antes das empresas efetivarem as suas entradas nestes mercados.
Para Luís Schwab, “o curso tem uma abrangência suficientemente alargada para atrair executivos e gestores de várias áreas funcionais da organização”. Segundo o responsável, a formação está dividida em quatro grandes áreas - Business, Management, Marketing e New Levels - e oito módulos distintos. “Por semana terão lugar dois módulos e cada módulo é lecionado dois dias em sala, com metodologias teórico-práticas e um dia em trabalho de campo, com o desenvolvimento de um tema”, explica o coordenador.
Direcionado a executivos e quadros de empresas com particular interesse nos mercados polaco e português, o Latin polish assume-se, de acordo com Luís Schwab, como “um programa ajustado a empreendedores com particular interesse nestes mercados, a consultores em gestão de diferentes áreas organizacionais e a profissionais de outras áreas que queiram também desenvolver competências em gestão, num contexto internacional”. Para o coordenador, tem sido evidente a necessidade de formação num contexto internacional e o curso que coordena vem dar resposta a esta necessidade."
Fonte: www.expresso.sapo.pt

quinta-feira, 29 de março de 2012

Jóias Eleuterio na Polónia

" No seguimento do processo de internacionalização para a Polónia, a marca Eleuterio celebra agora o seu lançamento na rede W. KRUK, a mais antiga e prestigiada cadeia de lojas no país. Na cerimónia de lançamento da marca portuguesa estiveram presentes altas individualidades portuguesas e polacas.
"Temos tido uma aceitação extraordinária em mercados como a Inglaterra, Angola e a Polónia onde temos hoje uma presença muito forte. Estamos também a explorar oportunidades de negócio noutros países com excelentes potencialidades" refere Luís Antunes, gerente da empresa acerca do processo de internacionalização da marca.
A Eleuterio Jewels, produtora de jóias em filigrana portuguesa promove os seus produtos em diversos mercados, reforçando a presença do que de melhor se produz em Portugal. Cada peça constitui uma obra de grande complexidade, habilmente ligando a arte da filigrana com as tendências modernas da indústria de jóias. A empresa pretende em cada jóia dar um novo começo a esta habilidade quase perdida.
"Desde sempre vivemos em contacto com o universo da joalharia. Conhecemos o mercado desde que nascemos e isso é uma vantagem difícil de superar. Acredito que nos concede um sentido especial que nos permite marcar a diferença" afirma Luís Antunes.
Os representantes da empresa consideram que presença da marca na rede W. KRUK é um passo extremamente positivo para o futuro da marca, e pretendem continuar a apostar no mercado polaco. 
Ao longo das décadas a Eleuterio tem criado peças exclusivas apresentadas aos mais altos níveis, tanto em Portugal como no estrangeiro, concedendo reconhecimento e notoriedade à elegância e perfeição artesanal da filigrana portuguesa. Estes joalheiros de terceira geração têm mantido nos últimos 85 anos os mesmos métodos tradicionais de artesanato, desde a sua fundação em 1925. Cada jóia é totalmente artesanal e tem uma assinatura exclusiva.
O Papa João Paulo II, a Família Real Portuguesa e o Presidente da Santa Casa da Misericórdia receberam peças exclusivas criadas pela Eleuterio, assim como muitas outras autoridades oficiais. As jóias Eleuterio estiveram expostas no Palácio da Bolsa e no Museu da Presidência e receberam inúmeros prémios em exposições de joalharia em Portugal"

sexta-feira, 16 de março de 2012

Produtos polacos em Portugal - pneus Debica

Um produto que eu não sabia que era originário da Polónia são os pneus Debica. Que na verdade se escreve Dębica. 
Abreviando, trata-se de uma empresa que começou a fabricar pneus em 1939 numa cidade do sudeste da Polónia que tem o mesmo nome. Actualmente a empresa é detida na sua maioria pela Goodyear. No ano de 2011 vendeu aproximadamente 580 MEuro. 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sistema de ensino da Polónia

No esquema de cima encontra-se representada de forma simplificada a maneira como está organizado o sistema de ensino na Polónia. Para não ser maçudo e porque também não domino muito bem o tema, deixo só alguns tópicos do que pude ler.

- Apesar da pré-escola não ser obrigatória, cerca de 60% das crianças polacas entre os 3 e 6 anos frequentam-nas. Sim porque, só no início do próximo ano lectivo as crianças passarão a entrar na escola primária aos 6 anos (actualmente fazem-no aos 7).
- A escolaridade obrigatória dura 10 anos, incluindo um chamado ano zero (zerówka), 6 anos de primária e mais 3 anos chamados gimnazjum.  
- Depois disto, existem várias hipóteses para o ensino secundário. O liceu normal (3 anos), o liceu especializado (3 anos), escola técnica secundária (4 anos). Ainda existem outras possibilidades como se pode ver pela figura.
-  Para quem queira entrar no ensino superior, tem de fazer um exame chamado “Matura”, que tem uma componente de exame externo escrito e avaliação oral pelos professores da escola. Além disso, existem outros exames que podem ser necessários na selecção para o ensino superior.
- No ensino superior existem basicamente duas possibilidades. Há uma vertente de estudos superiores profissionais (3 ou 4 anos) que possibilitam a obtenção do título de licenciado (e.g. em Economia) ou de engenheiro. Ou então, os mestrados (5 ou 6 anos).

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Luís Amaral reforça liderança no Eurocash

"Se no retalho polaco os supermercados Biedronka, da Jerónimo Martins, são líderes incontestados, na área grossista os maiores cash & carry também são de capital português. A liderança pertence à Eurocash (controlada pelo empresário Luís Amaral) e acaba de ser reforçada com a compra da Pol Cater, filial polaca da multinacional dinamarquesa Euro Cater, especialista no fornecimento a estações de serviço, restaurantes e empresas de catering. É a sexta compra de uma lista criada em 2003 e que ainda "vai a meio", segundo Luís Amaral. Desde que assumiu o controlo da Eurocash, há sete anos, investiu mais de €200 milhões em aquisições. Todas escolhidas a dedo, de forma a garantir a liderança nos vários segmentos do sector grossista em que opera. Com a Pol Cater, que emprega 170 pessoas e fatura €23 milhões, a Eurocash torna-se na maior fornecedora de hotéis, restaurantes e cafés. Já operava nessa área há dois anos, com a compra da McLane, uma empresa de logística que lhe permitiu fornecer estações de serviço e cadeias como a Pizza Hut, Burger King e KFC. 
De quadro a rival da JM
"Não posso ter uma dimensão inferior à do maior retalhista", diz Luís Amaral. "A nossa luta no longo prazo, mais do que com os grossistas, é com os retalhistas. É com eles que os nossos clientes concorrem e nós temos de ter dimensão para oferecermos condições que lhes permitam ser competitivos", explica. Ironia das ironias, concorre com o retalhista onde, há 15 anos, foi um quadro-chave. Foi Luís Amaral quem implementou a entrada da JM na Polónia, precisamente através da aquisição da Eurocash. Comprou-a em 1995, em nome da JM, de onde sairia cinco anos depois para se tornar empresário na América Latina, como sócio dos fundos Antfactory (incubadora de Internet) e Laep (mediatizada já após a sua saída por ter comprado a Parmalat Brasil). Depois, quando a JM quis vender a Eurocash e focar-se na Biedronka, Luís Amaral comprou-a por €30 milhões, em 2003, através da sua empresa pessoal, a Politra, com sede na Holanda. Esta detém 52% da Eurocash. O restante está disperso por pequenos investidores e três fundos que são acionistas de referência: Aviva Powszechne Towarzystwo Emerytalne, ING Otwarty Fundusz Emerytalny e BZ WBK AIB Asset Management. 
Dinheiro sempre em caixa
Há sete anos, quando a comprou, faturava €300 milhões, com prejuízos de €10 milhões. Agora, com 6 mil colaboradores, fatura €1,7 mil milhões e lucra €26 milhões. A meta é atingir vendas de €10 mil milhões, sem calendário definido. A estratégia de aquisições cirúrgicas começou em 2005, um ano após a Eurocash estar cotada na Bolsa de Varsóvia. Primeiro foram 17 cash & carry da MHC. No ano seguinte, mais duas. Primeiro a KDWT, distribuidora de tabaco e confeitarias. Depois o franchise dos supermercados Delikatesy Centrum. Em 2008, foi a vez da McLane. Este ano, mais duas: a CEDC, maior distribuidor de álcool polaco, e a Pol Cater. Foram todas compradas com capitais próprios, à exceção da CEDC, que foi financiada pela banca. "Estamos sempre a gerar dinheiro para as próximas aquisições".
A Eurocash não concorre diretamente com a JM na Polónia. Mas Luís Amaral, 48 anos, não facilitará a vida a Alexandre Soares dos Santos, o chairman da JM que conheceu na Unilever, há 26 anos, ao estrear-se como marketeer. Depois tornou-se diretor de marketing da Nissan e quadro da JM - na Polónia cinco anos, e depois na holding apenas por alguns meses, até se tornar empresário.
Universo Cash & Carry
Depois de ser comprada à JM, em 2003, por €30 milhões, a Eurocash já investiu €200 milhões em seis aquisições. E ainda faltam outras tantas . A primeira compra foi em 2005: 17 cash & carry da MHC . Em 2006, pagou €15 milhões pela KDWT, de tabaco e €40 milhões por 150 lojas do franchising Delikatesy Centrum . A quarta compra foi a empresa de logística McLane, por €20 milhões, em 2008 . Este ano, já foram duas. Em Abril, foi o maior distribuidor polaco de bebidas alcoólicas, a CEDC, por €103 milhões, e agora a especialista em serviços de catering, restaurantes e estações de serviço Pol Cater, cujo valor não foi divulgado"

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Suma adquire empresa na Polónia

O Grupo SUMA cresceu. Apesar da estagnação no mercado nacional do sector dos Resíduos permanecer como elemento inibidor de crescimento, a SUMA tem agora quatro novas empresas, com actividades congéneres, e que permitem o alargamento da sua intervenção, quer no plano de implantação geográfica, quer em termos de diversificação de actividades responsáveis pela gestão do ciclo de vida completo de Resíduos.
As empresas Correia&Correia, Transporlixos e Enviroil – Resíduos e Energia, compõem o conjunto nacional de novas aquisições, contribuindo para o crescimento do Grupo SUMA, que conta agora com 31 empresas participadas.
No plano internacional, o Grupo SUMA reforça a sua presença na Polónia, através da nova participada EKOŚRODOWISKO, que presta serviços nas áreas de Recolha e Limpeza Urbana, Limpeza de Neve, Limpeza de Interiores, e Manutenção de Espaços Verdes.